Todos apoiando a Greve Geral

Mamede

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Greve Geral em Catalão

Gente boa do Blog, a Greve Geral está parando o Brasil no dia de hoje.

Em Catalão também tem manifestações.

A concentração começou na porta de uma montadora e pela BR caminharam até o Posto JK. De lá caminharam pelas principais ruas da cidade.

Confira algumas fotos:IMG_0401 IMG_0402 IMG_0403

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Greve Geral para o Brasil

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Fotos: Twitter

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Nota de repúdio

Nota de repúdio

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás – Sintego – vem a público repudiar veementemente o ato desumano, brutal, violento e desnecessário contra os(as) professores(as) e administrativos(as) da Rede Municipal de Goiânia, na noite desta quarta-feira (26). A ação aconteceu na Secretaria Municipal de Educação de Goiânia causada pela Guarda Civil Metropolitana, demonstrando despreparo para atuar em situações de confronto, usando a violência física desnecessariamente.

A ação extremamente violenta contra a dignidade do ser humano, especialmente por se tratar de educadoras, fere o direito dos(as) trabalhadores(as) de se manifestar, levando a violência a extremos inaceitáveis.

O Sintego expressa sua indignação e repúdio contra atos de violência contra trabalhadores(as), em especial aos da educação.

SINTEGO

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Acontece…

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Governo Temer fechará farmácias populares em maio

 

Governo Temer fechará farmácias populares em maioGoverno Temer fechará farmácias populares em maio

Trata-se de uma caminhada célere estabelecida pelo governo ilegítimo para desmontar todas as políticas de inclusão social de proteção aos direitos do trabalhador. “Considero um crime contra a população de baixa renda a política de cortes nos programas sociais imposta pelo Ministério da Saúde. Contudo, creio que pouco podemos esperar de um ministro que não se envergonha de dizer que os exames de imagem no SUS que têm resultado normal são um desperdício que precisa ser controlado e que os homens procuram menos os serviços de saúde porque trabalham mais”, afirma Alice, que é a única farmacêutica na Câmara.

A decisão de acabar com a modalidade Rede Própria do Programa Farmácia Popular se deu exclusivamente na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), fórum que reúne somente gestores, sem representação de trabalhadores e usuários do SUS, no dia 30 de março de 2017. O Ministério da Saúde alega que os municípios não perderão os recursos com o fim do programa. No entanto, caso a assistência farmacêutica não esteja organizada no município, o valor repassado pode não repercutir na garantia de acesso imediato ao paciente desassistido.

O Ministério da Saúde alega que os municípios poderão ser contemplados por drogarias que venham a se credenciar no Programa. Porém, mesmo que estes municípios venham a ser contemplados por uma drogaria credenciada, o elenco de medicamentos é diferente e sua redução drástica afetará enormemente a população.

A Rede Própria possui 112 itens de medicamentos e as farmácias e drogarias da rede ‘Aqui Tem Farmácia Popular’ (ATFP) trabalham com apenas 25 itens. Assim, existem medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão, por exemplo, cujo acesso é gratuito pelo usuário, que somente constam do rol da Rede Própria. Por outro lado, a adesão das farmácias e drogarias é um ato voluntário, o que significa dizer que o proprietário do estabelecimento pode não querer fazer parte do Programa e, assim, diversas localidades ficarão completamente desassistidas.

O Ministério da Saúde vai desativar, a partir de maio, as 393 unidades da rede própria do programa Farmácia Popular, de distribuição de medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto. Antes, o Ministério da Saúde já havia imposto regras restritivas para o acesso ao Farmácia Popular, estabelecendo idades mínimas de 35 anos para se ter acesso a medicamentos de combate ao colesterol alto, de 40 anos para medicamentos para a osteoporose, de 50 anos para mal de Parkinson, de 20 anos para hipertensão e de dez anos para contraceptivos (nesse caso, há também um limite de 60 anos).

“A assistência farmacêutica é um direito de todo brasileiro e é uma garantia de que ele terá o acesso racional aos medicamentos de que necessita. O fim da Rede Própria do Programa Farmácia Popular do Brasil é o começo do desmonte do programa como um todo. E isso fica claro em todas as declarações e comunicados do ministro da Saúde, cuja pasta está a serviço das empresas de saúde e não da população”, finaliza a deputada.

Fonte: PCdoB na Câmara

 

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SEM VOTO E REJEITADO POR 92%, TEMER PODE TER A MAIOR GREVE DA HISTÓRIA

(134) Rodolfo Buhrer / La Imagem

Nenhum país viveu, em sua história, um capítulo tão vergonhoso quanto o Brasil dos dias atuais: um golpe de políticos corruptos, contra uma presidente honesta, que, em seguida, se dedicaram a aprovar uma agenda de reformas rejeitada por 92% da população.

É exatamente este o retrato do Brasil de hoje. O golpe parlamentar de 2016 foi liderado por políticos como Aécio Neves (PSDB-MG) e Romero Jucá (PMDB-RR), que lideram os pedidos de inquérito na Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, além, é claro, de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já condenado a 15 anos de prisão por corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O beneficiário desse processo, Michel Temer, é acusado por dois delatores da Odebrecht de ter presidido uma reunião em que se definiu uma propina de US$ 40 milhões, o equivalente a R$ 126 milhões, antes mesmo da posse da presidente Dilma Rousseff em seu primeiro mandato.

Não é de estranho, portanto, que Temer, com 87% de rejeição, seja hoje o político mais reprovado do País. Segundo pesquisa Ipsos, divulgada nesta semana, 92% dos brasileiros avaliam que, com ele, o Brasil segue no rumo errado. Suas reformas, como a trabalhista e a previdenciária, vêm sendo votadas a toque de caixa, sem debate com a sociedade – o que é natural para um governo que não precisou do voto para chegar ao poder.

No entanto, nesta sexta-feira 28, a história pode começar com aquela que promete ser a maior greve geral da história do País. Um movimento que uniu movimentos sociais e teve a adesão de quase 100 bispos da igreja católica, além das igrejas evangélicas. Em um ano de golpe, Temer conseguiu unir o Brasil contra ele (leia mais aqui).

Abaixo, reportagem da Rede Brasil Atual sobre a greve:

Unidade de movimentos popular e sindical pode levar à maior greve da história, diz CMP

“A novidade é que os movimentos populares estão fortemente engajados na construção dessa greve”, afirma Raimundo Bonfim, da Frente Brasil Popular e da Central de Movimentos Populares
Por Eduardo Maretti, da Rede Brasil Atual

Dirigentes e ativistas da Central de Movimentos Populares (CMP) e da Frente Brasil Popular acreditam que a greve geral desta sexta-feira (28) será possivelmente a maior greve da história do Brasil. Para Raimundo Bonfim, coordenador da CMP, o que dá uma dimensão inédita a essa greve é a coesão e unidade de amplos setores sociais e populares.

“Além do engajamento do movimento sindical, que tem a tarefa de parar a produção e circulação das riquezas e pessoas, é uma greve que vai ter muitas ações desenvolvidas por movimentos sociais e populares. Existe uma forte unidade dos movimentos popular e sindical, das centrais sindicais, das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Isso nos dá segurança para afirmar que será a maior greve da história do Brasil”, diz.

Bonfim avalia como fato novo da greve deste dia 28 a organização, o apoio e as ações relacionadas ao movimento extrapolarem os sindicatos. “Tem muita gente que acha que a greve é uma tarefa só do movimento sindical, e a novidade dessa greve é que os movimentos populares e sociais estão fortemente engajados na sua construção.”

Ele atribui a perspectiva de greve histórica porque ela é desencadeada por ataques a direitos que envolvem toda a sociedade, resumidos e simbolizados pelas reformas trabalhista, da Previdência e a terceirização. Aliado a isso, há o enorme descontentamento com o governo Michel Temer (que tem menos de 5% de aprovação) e o Congresso Nacional, com sua atuação “antipovo e contra o trabalhador”.

De acordo com o ativista da CMP, vários tipos de ações serão promovidas pelos movimentos em apoio à greve. “Essas ações vão desde acampamentos e ocupações, até travamentos de vias e rodovias, com os manifestantes munidos de cartazes e faixas contra as reformas.” Elas começam à zero hora e vão até o final da manhã de sexta-feira. Serão desencadeadas cerca de 22 ações nos bairros, principalmente na capital, apenas de grupos ligados à central.

Sentimento da população

Raimundo Bonfim diz que a receptividade da população tem sido positiva, depois de uma semana de intensa distribuição de panfletos e material nos bairros e locais estratégicos, como o metrô. “A greve está sendo discutida mesmo pelas pessoas que têm alguma contrariedade. Existe de fato um sentimento da população de que haverá essa greve geral no Brasil.”

Em São Paulo, as manifestações terão oposição considerável dos poderes constituídos. “Aqui na capital você tem três governos aliados comprometidos com as reformas e retirada de direitos dos trabalhadores, que são (o presidente) Michel Temer, (o governador) Geraldo Alckmin e (o prefeito) João Doria. Mas estamos bastante organizados e otimistas e teremos o apoio da população para nossas ações”, avisa. “Vamos manifestar de forma tranquila e pacífica, de acordo com o direito de manifestação garantido pela Constituição.”

Alckmin afirmou que Metrô e CPTM terão funcionários para operar os trens. Além disso, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou, liminarmente, multa de R$ 937 mil para cada sindicato do sistema de transporte que participar da greve geral.

“Não é a primeira vez. No dia 15 de março também instituíram multa. Acho que a categoria vai manter a greve e essa multa vai ser derrubada”, diz Raimundo Bonfim. “As pessoas se manifestarem é um direito, assim como o direito de greve.”

Brasil 247

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Greve Geral: Brasil faz protesto histórico nesta sexta contra reformas

 

 

O ataque a direitos consagrados na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) unificou CUT, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Conlutas, Intersindical e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). Juntas, essas entidades representam mais de 10 milhões de trabalhadores.
Ao lado das frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e movimentos sociais, as centrais sindicais mobilizaram petroleiros, metalúrgicos, bancários, metroviários, motoristas de transporte público, professores das redes pública e particular, trabalhadores dos Correios, construção civil, eletricitários, movimento estudantil e vem ganhando o apoio da população. O esforço promete resultar nesta sexta-feira em uma greve histórica em defesa dos direitos do povo brasileiro.
Confira por estado quais trabalhadores aderiram à greve geral:

Alagoas

Professores da educação pública e particular
Bancários
Funcionalismo público federal
Trabalhadores de empresas de transporte público de Maceió

Amazonas

Professores universitários
Petroleiros
Rodoviários
Bancários (bancos públicos)
Vigilantes
Polícia Civil
Construção civil

Bahia

Policiais civis
Professores da rede pública de ensino
Trabalhadores em saúde da rede pública
Rodoviários de Salvador e Região Metropolitana
Comerciários de Salvador, Irecê, Itabuna e Ilhéus
Bancários de todas as bases sindicais da Bahia
Metalúrgicos
Servidores do Judiciário estadual e federal
Trabalhadores da construção civil
Técnicos administrativos das universidades federais
Servidores públicos municipais de Itabuna
Petroleiros
Servidores públicos estaduais

Ceará

Bancários
Profissionais de setores essenciais, como transporte, saúde e educação
Comerciários
Transportes coletivos
Construção civil
Metalúrgicos

Distrito Federal

Servidores públicos federais
Auxiliares de administração escolar em estabelecimentos particulares de ensino
Bancários
Empregados no comércio hoteleiro, restaurantes, bares e similares
Trabalhadores federais em saúde previdência e assistência social no Distrito Federal
Professores da entidades de ensino particulares
Radialistas
Trabalhadores em empresas de transportes terrestres de passageiros urbanos
Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília
Servidores do Detran
Trabalhadores de limpeza urbana do Distrito Federal
Aeroportuários
Trabalhadores em embaixadas, consulados e organismos internacionais

Espírito Santo

Professores
Portuários
Comerciários
Bancários
Metalúrgicos
Servidores públicos
Construção civil
Rodoviários
Enfermeiros(as) e psicólogos(as)

Goiás

Professores municipais de Anápolis
SIMPMA
Trabalhadores em empresas de crematório e cemitérios SINEF
Limpeza urbana Stilurbs
Servidores públicos
Policiais civis
Aeroviários
Bancários
Técnicos e trabalhadores nas universidades e institutos federais de ensino Sintifesgo – Goiás

Maranhão

Rodoviários
Metalúrgicos
Sintema
Simproeesema
Vigilantes
Sindicatos da pesca
Sindicatos rurais
Panificação

Mato Grosso

Servidores públicos estaduais
Servidores da educação pública
Bancários
Trabalhadores dos transportes públicos
Servidores de diferentes esferas do Judiciário

Minas Gerais

Servidores públicos
Trabalhadores da agricultura
Bancários
Trabalhadores em educação
Motoristas de ônibus
Sindicato dos Rodoviários de BH e Região
Docentes da PUC Minas
Profissionais de saúde
Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais
Professores da rede privada
Petroleiros
Metalúrgicos

Pará

Portuários
Bancários
Construção Civil
Comerciários
Servidores Públicos
Trabalhadores na Educação
Aeroviários
Rodoviários

Paraíba

Trabalhadores da educação federal, estadual e municipal
Justiça federal
Trabalhadores no comércio
Bancários
Ferroviários
Frentistas
Motoristas
Construção civil
Trabalhadores na indústria
Trabalhadores rurais

Pernambuco

Bancários
Metroviários
Policiais civis
Servidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco
Guardas municipais
Professores do setor público e privado

Piauí

Professores do setor público e privado
Servidores da saúde pública
Correios
Rodoviários
Metroviários
Comerciários
Servidores públicos municipais
Servidores judiciários federais

Rio de Janeiro

Professores do município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio)
Professores da rede particular
Radialistas
Trabalhadores nas empresas de energia do Rio de Janeiro e Região (Sintergia)
Bancários Rio
Bancários Teresópolis
Bancários Baixada
Bancários Campos
Petroleiros Norte Fluminense (Sindipetro-NF)
Educadores municipais e estaduais (Sepe-RJ)
Docentes da UFRRJ (Adur-RJ)
Trabalhadores em educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Sintur-RJ)
Docentes do Cefet (Adcefet-RJ)
Servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc SN)
Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Sindsprev-RJ)
Professores da UFRJ (Adufrj)
Servidores da UFRJ (Sintufrj)
Trabalhadores dos Correios (Sintect-RJ)
Servidores Técnico-Administrativos CEFET-RJ (Sintecefetrj)
Docentes da UFF (Aduff)
Servidores da UFF (Sintuff)
Docentes da UERJ (Asduerj)
Petroleiros Rio de Janeiro já aprovaram greve nos terminais de Ilha D`água e Ilha Redonda (demais setores ainda realizarão assembleia)
Petroleiros Duque de Caxias
Rodoviários do Rio de Janeiro
Servidores do Poder Judiciário
Motoristas, cobradores e fiscais de transporte público na capital fluminense
Metroviários

Rondônia

Servidores da educação pública do estado
Servidores públicos federais
Bancários

Santa Catarina

Bancários

São Paulo

Metroviários SP
Metalúrgicos SP
Rodoviários SP
Sintusp – Trabalhadores da USP
Professores estaduais
Educadores municipais
Professores de redes particulares
Sintaema – Trabalhadores da Sabesp, Cetesb e Fundação Florestal Eletricitários
Bancários
Portuários de Santos
Rodoviários de Santos
Correios SP
Portuários
Aeroviários
Sindsef – Servidores Federais
Sinsprev
Sintrajud – Judiciário Federal
Judiciário Estadual
Siemaco Baixada Santista
Químicos SP
Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil
Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais da Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial – SINDCT
SINDPD – Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo
Trabalhadores e estudantes da Unesp de Presidente Prudente
Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais de Diadema – SINDEMA

Sergipe

Bancários
Auditores fiscais tributários
Servidores públicos estaduais
Construção civil
Enfermeiros
Trabalhadores rurais

Rio Grande do Norte

Petroleiros
Bancários
Comerciários
Vigilantes
Correios
Ferroviários
Trabalhadores têxteis
Confecções
Policiais civis
Aguas e esgotos
Docentes da UFRN
Docentes do IFRN
Trabalhadores do TRT
Municipais de Natal
Municipais de Parnamirim
Municipais de Caicó
Saúde
Trabalhadores da limpeza urbana
Trabalhadores rurais

Paraíba

Aeroviários – pilotos, comissários e controladores de voo
Bancários
Comerciários
Construção civil
Correios
Ferroviários
Frentistas
Motoristas e cobradores
Policiais civis
Portuários
Professoras da rede privada de ensino
Professoras e servidores da UEPB
Professoras e servidores da UFPB
Professores da rede pública de ensino
Professores e técnicos administrativos do IFPB
Servidores da Justiça Federal
Trabalhadores da Fundac
Trabalhadores da limpeza urbana
Trabalhadores e trabalhadoras rurais
Urbanitários

Tocantins

Trabalhadores em educação física
Agentes de saúde
Farmacêuticos
Professores da rede estadual
Bancários
Enfermeiros
Servidores do Ministério Público
Servidores estaduais
Trabalhadores da saúde
Mototaxi
Taxistas
Eletricitários
Garçons
Servidores municipais de Palmas e Araguaina
Psicólogos
Inspetores de defesa agropecuária
Motoboys
Comerciários
Trabalhadores rurais
Auditores fiscais
Funcionários da Justiça
Jornalistas
Servidores federais

 

 

Portal Vermelho

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E O BRASIL AMANHECEU EM GREVE GERAL

Capitais e principais cidades do país amanheceram paralisadas nesta sexta-feira (28), dia da greve geral convocada pelas frentes populares em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo Temer. Em São Paulo, linhas do metrô, ônibus e trens não circulam – com exceção da Linha 4 do metrô, que funciona normalmente. Estradas que dão acesso à cidade e avenidas foram trancadas.

Na Marginal Tietê, as pistas central e expressa foram bloqueadas na altura da Rodoviária Tietê. As avenidas Francisco Morato, Do Estado e Tiradentes (centro) também estão bloqueadas. O mesmo ocorre nas avenidas Nações Unidas, Francisco Matarazzo, Faria Lima e João Dias.

As rodovias Anhanguera (na região de Jundiaí, sentido São Paulo), Dutra (em Guarulhos e São José dos Campos), Régis Bittencourt (em Taboão da Serra e Embú das Artes), Anchieta (sentido litoral), Cônego Domênico Rangoni (no litoral sul), também estão bloqueadas.

No Rio, manifestantes trancaram a ponte Rio-Niterói. Belo Horizonte amanheceu sem metrô.

Em Porto Alegre, foram realizados bloqueios na avenida Baltazar Oliveira Garcia, na Zona Norte; na Avenida Mauá, no Centro; na Ponte do Guaíba, na BR-290; e na Bento Gonçalves, na Zona Leste.  Ônibus e trens não operam.

Em Santa Catarina, Blumenau e Florianópolis amanheceram sem ônibus. Motoristas e cobradores também pararam nas cidades paulistas de São José dos Campos, Jacareí, Bauru, Sorocaba, região do ABCD e Guarulhos. O mesmo ocorre em Salvador Recife, Fortaleza e Curitiba. Em Natal e Campo Grande a paralisação do transporte público é parcial. João Pessoa está sem ônibus e trens e com avenidas fechadas, bloqueando acesso à região metropolitana.

RBAMetrô.jpgMetrô e CPTM informam que não têm trabalhadores suficientes para operar nem em plano de contingência

Brasil 247

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Greve Geral, dia 28: Confira o calendário nacional de manifestações

Foto: Paulo Iannnone/Sindicato dos Metroviários

 

Diversas categorias já aderiram à Greve Geral: comerciários, metroviários, educadores, jornalistas, ferroviários, psicólogos, estudantes, bancários, metarlúgicos, petroleiros, aeroviários e servidores públicos já declaram que irão aderir ao dia nacional de paralisações.

***Sabe de alguma manifestação que não está no calendário? Mande uma mensagem inbox no Facebook do Portal Vermelho, informando o local e a hora do ato.  

Confira abaixo a data e local da manifestação em sua cidade na sexta-feira (28):

São Paulo- (SP) Largo da Batata, às 17h
Praça da Sé, às 14h
Masp, às 14h
Viaduto do Chá, às 14:30h
Praça Benetido Calixto, às 14h
Periferia em Marcha na Greve Geral
USP na greve Geral
                           Mackenzie na Greve Geral

Sorocaba: Praça Coronel Fernando Prestes, às 8h
Padaria Sukao, às 8h

Jundiai: Sindicato dos Servidores Públicos de Jundiaí, às 6:00

Campinas: Largo do Rosário, às 16h
Associação dos Advogados Trabalhistas de Campinas – AATC, às 9h

Bragança Paulista: Praça Raul Leme, às 10h

Rio Claro: Jardim Público Rio Claro, às 8:30h

Indaiatuba: Praça Prudente De Morais, às 9h

Suzano: Suzano Praça dos Expedicionários, às 9h

Ribeirão Preto: Teatro Dom Pedro II, às 9h
Rua Álvares Cabral, 370, às 9h

Araraquara: Praça Santa Cruz, às 8h

Americana: Praça Comendador Muller, às 8h

Piracicaba: Terminal Central de Integração – Tci, às 8h

Ourinhos:Praça Mello Peixoto, a partir das 8h

LGBT´s na Greve Geral em São José dos Campos 

Baixada Santista: Praça Mauá, Santos, às 10h

Taubaté: Praça Santa Terezinha, às 19h

São Sebastião: Terminal Transpetro – TEBAR, às 7h

Brasília (DF)

No canteiro central, em frente à Rodoviária de Brasília, entre o Museu da República e o Teatro Nacional, às 17h

Goiás

Goiânia (GO): Assembleia Legislativa de Goiás, às 8h
Praça do Trabalhador, às 8h
Formosa- às 10h

Ceará

Fortaleza (CE): Praça da Bandeira, às 9h

Caucaia

Sobral: Praça de Cuba, às 7:30

Paraíba

João Pessoa (PB): Ponto de Cem Reis, às 14h

Tocantins

Palmas (TO): Avenida JK, concentração no Colégio São Francisco, às 9h
Avenida Tocantins/Taquaralto, concentração no Posto Trevo, às 16h

Roraima

Porto Velho (RO): Praça das Três Caixas D’água, às 9h

Rio de Janeiro

Barra Mansa: Praça da Matriz, a partir das 8h

UFRRJ: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro: Cinelândia, às 14h/ Alerj às 18h

Paraty: Praça Do Chafariz, às 16h

Niterói: Praça Araribóia às 15h

Espírito Santo 

Vitória: Avenida Nossa Senhora da Penha, às 14h

Minas Gerais

Belo Horizonte: Praça da Estação, às 9h
Praça Sete De Setembro, às 10h

Pouso Alegre: Praça Senador José Bento, às 15h

Juiz de Fora: Praça da Estação, às 9h 

Lavras: Praça Trabalhadores, às 8h

Uberaba: Praça Rui Barbosa, às 9h

Bahia

Salvador: Iguatemi, às 7h
Campo Grande, às 15h

Pernambuco

Recife: Praça Derby, às 14h

Rio Grande do Norte

Natal: Midway Mall, às 15h

Pará

Belém do Pará: Praça da República, às 10h

Marabá: Em Frente ao Prédio do INSS, às 8h

Piauí

Terezina: Praça Rio Branco, às 8h; às 10h Caminhada até o INSS; ás 11h, Caminhada pelo centro de Teresina; às 13h, Ato Público na praça da Liberdade

Mato Grosso do Sul 

Dourados: Concentração em frente ao banco Bradesco, Rua Joaquim T. Alves, às 6h
Ato Político e cultural, no cruzamento da Av Marcelino Pires com Hayel Bon Faker, às 15h

Paraná

Curitiba: APUFPR-SSind – Associação dos Professores da UFPR, das 6h às 18h
Centro Cívico, às 8h

Londrina: Terminal Urbano de Londrina, às 10h


Rio Grande do Sul

Ijuí: Praça da República, às 9h

Pelotas: Asufpel Sindicato, a partir das 8h

Amazonas 

Manaus: Praça da Polícia, às 11h

Portal Vermelho

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