8:31 am

Temer anuncia entrega da Eletrobras e mercado fica eufórico

Foto: José Cruz/Agência Brasil

 

O anúncio de que vai entregar a Eletrobras de bandeja elevou o preço de mercado da estatal em quase R$ 9 bilhões em poucas horas, segundo institutos especulativos.

O plano de desmonte do Estado desencadeado por Temer segue o roteiro feito pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso como a Embraer, privatizada em 1997, e a Vale do Rio Doce, maior mineradora do mundo, entregue ao capital internacional também em 1997. As ações da Eletrobras serão ofertadas sem a participação do governo, que participará de foma diluída em um nível minoritário.

O governo pretende arrecadar apenas R$ 20 bilhões, mas a estatal vale muito mais. Há alguns anos, chegou a ser avaliada em R$ 46 bilhões.

Valor de “mercado”

O preço estipulado pelo governo é realmente de banana. Isso porque o mercado estabelece um valor menor para uma empresa estatal e outro maior para empresa com gestão privada. Sob a fachada de “contas de valuation”, que trata de uma suposta gestão baseada em “eficiência” e vulnerabilidade perante a “intervenção do governo”, o mercado rebaixa o valor das ações, sofrendo um “desconto” em bolsa quando comparado com seus pares privados.

Mesmo assim, a estatal ocupou o segundo lugar na lista das maiores valorizações de ações em 2016, com ganhos de 287%, perdendo apenas para o Magazine Luiza e ficando à frente da Petrobras.

Atualmente, na bolsa, o NAV (Valor Presente Líquido) potencial da Eletrobras pode chegar, segundo analistas do Santander, a R$ 69 por ação. No último pregão, as ações ordinárias e preferenciais classe B fecharam a R$ 14,20 e R$ 17,80, respectivamente, o que representa uma elevação de 390% e 290%.

Já o Bradesco BBI foi além. O banco preparou um relatório intitulado “A história está sendo feita”, com pontos que devem ser seguidos pelo governo. De acordo com o texto, a privatização da Eletrobras antes das eleições só seria possível se o governo vendesse a holding, e não os ativos individuais.

Além disso, o banco defende que um possível formato para a privatização poderia ser combinando com uma oferta primária de ações para alavancar a empresa e acompanhada de uma oferta secundária, na qual o governo venderia uma participação significativa.

Dizem ainda que privatizar a Eletrobras “seria bom para o setor elétrico” uma vez que, dada regulação pró-mercado, não seria “necessário um player nacional”, ou seja, poucas empresas concorreriam.

Tarifa

Enquanto o mercado se animou com os lucros, o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, disse que a privatização vai baixar as tarifas de energia no médio prazo para o consumidor. Essa foi a mesma ladainha contada quando governos entreguistas decidiram privatizar as estatais de telecomunicações.

Por meio das redes sociais, a presidenta Dilma Roussef reagiu com indignação ao anúncio do governo. “O resultado é um só: o consumidor vai pagar uma conta de luz estratosférica por uma energia que não terá fornecimento garantido”, disse a presidenta.

Ela afirmou que “vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética” e lembrou do período em que o país ficou à mercê dos apagões, durante o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, em 2001.

“Depois da farra da compra de votos, o governo ilegítimo anuncia meta irreal e quer vender o patrimônio do povo brasileiro para cumpri-la”, rechaçou a presidente. “Já entregaram as termelétricas da Petrobrás. Pretendem vender na bacia das almas nossas principais hidrelétricas e linhas de transmissão”, completou.

Em Sergipe, na sua caravana pelo Nordeste, o ex-presidente Lula também reagiu: “A gente não tem que vender a Petrobras, a BR Distribuidora, não tem que fechar a indústria naval, vender a Eletrobras, a gente tem é que criar vergonha na cara e trabalhar porque esse país pode ser muito melhor”.

Umas das origens do golpe

O analista político Antônio Augusto Queiroz (Toninho), diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), concorda com a presidenta Dilma. Para ele, a privatização vai afetar principalmente o povo mais pobre.

“Isso vai representar um aumento exponencial do preço da energia. E tal como aconteceu recentemente com o reajuste do petróleo, vai impactar muito negativamente nas pessoas cuja renda for de natureza alimentar, ou seja, as pessoas que usam o dinheiro que recebem para consumir produtos de primeira necessidade”, destacou Toninho.

O analista lembrou que em 2014 o setor elétrico se aliou ao mercado para bancar o terrorismo inflacionário às vésperas das eleições gerais. Isso por conta de uma medida da presidenta Dilma que resultou na redução das tarifas públicas, que usou um mecanismo do sistema financeiro e reduziu a taxa de retorno de lucro das termelétricas, criando um mal-estar entre as concessionárias do setor, que, por sua vez, se aliaram ao sistema financeiro e à grande imprensa para desqualificar o governo.

“O que Dilma fez na época foi utilizar as estatais como instrumento político e econômico, numa ação anticíclica, congelando tarifas, etc. E, numa decisão de natureza mais ideológica, definiu uma margem de retorno na renovação de contratos. Isso para o capitalismo é uma regra sagrada. Eles não aceitam. Podem até renovar, como fizeram, mas boicotam ou fazem o que estão fazendo agora: no momento em que se apoderam do aparelho de Estado, entregam-no diretamente para o setor privado, para que o governo nunca mais tenha a chance de interferir no setor desse modo”, resgatou.

Segundo Toninho, esse argumento está longe de ser o real motivo. “Isso faz parte da linha do governo de transferir o patrimônio, os poderes e o orçamento do Estado para a iniciativa privada. Essa é a mudança de paradigma que decorreu do processo de impeachment”, analisou.

E acrescenta: “O Estado, ao invés de usar os seus poderes, seu orçamento e seu patrimônio para combater desigualdades de rendas e promover a inclusão social, faz o inverso. Busca garantir propriedade sem que haja interferência do Estado”, frisou.

Aliás, culpar a presidenta Dilma tem sido uma praxe do governo Temer e dos financiadores do golpe para tentar justificar o desastre econômico e, no caso da Eletrobras, baixar o preço da estatal. Além da crise econômica e das investigações da Lava Jato, atribuem o suposto “encolhimento” da Eletrobras em valor de mercado à participação em políticas adotadas pelo governo Dilma, entre eles a medida que permitiu o barateamento das contas de luz em 2013.

Antes disso, em 2012, as movimentações do governo para mexer no setor ganhou um aliado importante: o então senador Aécio Neves (PSDB-MG), nesse época lançando à sucessão presidencial de 2014 pela cúpula tucana.

Aécio

Em dezembro daquele ano, Aécio ocupou a tribuna do Senado para acusar Dilma de fazer uma “profunda intervenção” no setor elétrico ao tentar aprovar, por meio da Medida Provisória 579/2012, a renovação das concessões de energia com a redução das tarifas. Para ele, tal medida representava mexer na “solidez das empresas de energia”.

Aécio defendeu que Dilma poderia, ao invés de mexer na margem de lucro, reduzir o valor da cobrança de oito a nove impostos e contribuições que faz no setor, incluindo a retirada do PIS/Cofins (que financia o seguro-desemprego e o abono salarial). Mui amigo.

Portal Vermelho

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Câmara adia mais uma vez votação da PEC que cria distritão e fundo eleitoral

Brasília - Sem acordo para votação da proposta de Emenda à Constituição da reforma política (PEC 77/03) sessão da Câmara foi encerrada (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Sem acordo para votação da proposta de Emenda à Constituição da reforma política, sessão da Câmara foi encerrada Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após várias tentativas de votação nesta terça-feira (22), a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 77/03, que altera o sistema político-eleitoral brasileiro, foi novamente adiada por falta de consenso. A proposta será analisada no plenário da Câmara dos Deputados em sessão marcada para as 9h desta quarta-feira (23).

O texto do relator, deputado Vicente Candido (PT-SP), prevê um fundo com recursos públicos para financiar as campanhas eleitorais e o voto distrital misto a partir de 2022. O próprio partido de Candido tem propostas para alterar a PEC, como a diminuição dos custos de campanhas eleitorais e a rejeição do chamado “distritão”, modelo que prevê a adoção de sistema majoritário para eleição de deputados federais e estaduais em 2018 e para vereadores em 2020.

“A nossa questão fundamental é em relação ao barateamento das eleições. Nós achamos que essa redefinição tem como ponto central baratear os custos das eleições. Nós não podemos ter eleições com o nível de gastos que tivemos nessas últimas eleições gerais e nas anteriores”, disse o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini (SP).

Segundo Zarattini, a proposta do partido é reduzir o teto de gastos nas eleições para 70% do valor médio registrado nas eleições de 2014. A legenda também anunciou que rejeitará a vinculação de 0,5% da receita corrente líquida da União no Fundo Especial de Financiamento da Democracia (FFD). No formato atual, o fundo público tem a previsão de um investimento de R$ 3,6 bilhões no financiamento de campanhas.

Sessão adiada

Mais cedo, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, transferiu para esta quarta-feira à noite a sessão do Congresso que ocorreria na noite de hoje com a justificativa de o adiamento daria à Câmara mais liberdade para votar a reforma política, que tem prazo para ser aprovada para valer nas eleições do ano que vem. O senador é o responsável por convocar o Congresso.

“Se o presidente Rodrigo Maia precisar de mais uma sessão para fazer a busca do entendimento e o debate mais amplo em torno da reforma política, eu adiarei para a próxima terça-feira [29] se for o caso”, disse Eunício de Oliveira.

Na pauta do Congresso estão 16 vetos presidenciais e dois projetos de lei que tratam de créditos orçamentários.

Agência Brasil. 

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Principais notícias do dia…

manchetes-dia

O Popular

Detran Goiás faz leilão para limpar pátio.

Diário da Manhã

Polícia Civil apreende 200 quilos de maconha em Goianira.

Zero Hora

Porto Alegre vai ganhar hospital com 208 leitos pelo SUS.

Estado de Minas

Câmara volta a adiar votação da PEC da reforma política.

O Estadão

‘A Eletrobrás não consegue mais competir’, diz presidente da estatal.

O Globo

Reengenharia nas UPPs muda rumo do projeto de pacificação.

Folha de São Paulo

Governo planeja estabelecer limites para novos acionistas na Eletrobras.

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Hoje na História…

hoje

1955
Um bombardeiro a jato britânico completa o percurso Londres-Nova York, ida e volta, no tempo recorde de 11h21min45,4seg.
1964
Opositores ao governo do Vietnam do Sul promovem agitações nas ruas de Saigon e destroem a estação de rádio do governo.
1966
Instalado em Brasília o Seminário da ONU sobre o apartheid na África do Sul.
1967
Morre em Nova York o médico americano Gregory Goodwin Pinkus, criador da pílula anticoncepcional.
1979
O primeiro bailarino do Balé Bolshoi, Aleksandr Godunov, pede asilo político aos EUA, por ocasião da apresentação do conjunto em Nova York.
1988
A nadadora brasileira Renata Câmara Agondi morre ao tentar cruzar a nado o canal da Mancha.
1996
Aprovada na Califórnia lei que prevê a aplicação de drogas inibidoras dos impulsos sexuais a condenados por abuso sexual de crianças.
2002
Nove famílias de vítimas dos atentados terroristas contra o World Trade Center, ocorridos em Setembro de 2001 recebem os primeiros cheques de indenização.
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Começando bem…

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E agora Marcelo Mendonça?

marcelo-mendonca

Gente boa do Blog, vereador pela Rede, Marcelo Mendonça responde ao prefeito Adib Elias e ao se defender diz que está é sendo  na verdade é ameaçado por fazer oposição ao prefeito, diz estar com a consciência tranquila, mas não diz se recebeu ou não em duplicidade o que fere a lei.

Eis a resposta do vereador:

“O Prefeito de Catalão é useiro e vezeiro em utilizar-se da estratégia de usar o judiciário para intimidar adversários políticos, jornalistas e qualquer um que o contrarie ou que mostre a verdade sobre o que está acontecendo em Catalão.

Para tanto, mantém uma equipe de advogados, pagos com dinheiro do povo, algumas vezes utilizando-se de mais de uma dúzia deles em um mesmo processo, o que mostra que investe altos valores para manter essa sua “tropa de choque” vigiando a mídia (TV’s e Rádios) e as Redes Sociais para, ao menor sinal de alguma coisa que possa ser utilizada contra os críticos e opositores da facção amarela, promover “processos de tocaia”.

Foi com naturalidade que tomei ciência pelas Redes Sociais da ação movida pelo Sr. Prefeito, tentando me calar. Digo “naturalidade” pois as ameaças se intensificaram quando as (contas com pareceres rejeitados pelo Tribunal de Contas dos Municípios – TCM), foram colocados em votação, como votei contra, já esperava este tipo de reação.

Ao ler o corpo da petição, fiquei impressionado em saber que a única preocupação do Prefeito é que a minha imagem seja arranhada por estar defendendo o município.

“Não serão intimidações e ameaças de processo que farão parar com meu trabalho de fiscalizar o erário público e zelar pelo patrimônio do povo, nem vou me amedrontar diante da reação do Prefeito e dos seus assessores”.

Fico satisfeito por poder provocar essa discussão. Será bom mostrar a população como este Coronel age e usa seus assessores para atacar pessoas de bem. Será desmascarado, pois tenho (além de documentos) a mais forte e invencível das defesas: a consciência tranquila.”

Assessoria do prefeito Adib Elias responde ao vereador, mas não apresenta as provas de que o vereador recebeu mesmo em duplicidade, detalhe da Universidade ele recebeu mesmo como pode ser visto   no  Portal da Transparência, mas como o Portal da Transparência da Prefeitura não é nada transparente a dúvida persiste, o vereador recebeu ou não em duplicidade? 

Seria o vereador reicidente nesse tipo de ação?

RESPOSTA AO VEREADOR MARCELO MENDONÇA

Ontem (21), a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Catalão, alicerçada pelos princípios da publicidade e transparência divulgou Ação Civil Pública promovida pelo Município de Catalão em desfavor do ex secretário de Meio Ambiente e atual vereador, Marcelo Mendonça (REDE), por improbidade administrativa. Entretanto o mesmo ao responder se dirigiu de forma específica e pessoal ao Prefeito de Catalão, esquecendo – se que o mesmo representa o interesse de uma coletividade e que uma de suas funções, como chefe do poder executivo é defender de forma intransigente os interesses públicos, incluindo o conjunto de bens, direitos e valores pertencentes a todos os cidadãos . Em virtude disso, e exercendo seu direito de resposta resguardado constitucionalmente, segue a resposta do prefeito Adib Elias ao vereador Marcelo Mendonça:

Caro senhor Marcelo Mendonça,

Mesmo usando clichê já bastante desgastado (“useiro e vezeiro”) por políticos brasileiros que tentam se defender de acusações comprovadamente objetivas, mesmo assim tenho dificuldade em imaginar que o senhor acredite em suas próprias palavras. Não deve ser verdade que um homem com o título de professor não se dê conta de que cometeu um deslize ao receber dois salários como se isso fosse perfeitamente natural. Não era necessário nem um único advogado para constatar sua atitude, ela é clara e cristalina a ponto de qualquer pessoa honesta, mesmo não sendo professor, saber que o senhor errou e precisa se responsabilizar pelo seu erro. Não sou eu que o intimido, mas sua própria consciência flagrada num ato ilícito a ponto de se esquecer que assume o papel de fiscalizador do erário público, como o senhor mesmo disse. Claro que sabe que desta vez não zelou pelo patrimônio do povo ao receber tão alta quantia indevidamente – o senhor seguramente sabe disso, afinal, é um homem inteligente, um professor. Caso não lhe seja muito penoso, gostaria que pudesse esclarecer onde foi que percebeu meu interesse em “arranhar sua imagem por defender o município”. Sua atitude recebendo dois salários indevidamente não arranha sua imagem? As ameaças que diz sofrer não são causadas pelo senhor mesmo ao ser flagrado em tal atitude por anos? Numa coisa concordamos: será mesmo muito bom mostrar à população de Catalão quem é que age como coronel ao cometer infração e desejar que ela fique encoberta e a favor do infrator, como sempre agem os coronéis no Brasil. Quanto a estar de “consciência tranquila” como o senhor afirma só o seu travesseiro poderá confirmar.

Saudações respeitosas

Dr. Adib Elias Junior
DD Prefeito de Catalão

 Confira algumas matérias sobre o vereador:

Tudo acertado, Marcelo Mendonça e a REDE agora são PMDB

E o dossiê Marcelo Mendonça?

Com a palavra Marcelo Mendonça!

 

 

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Prefeitura de Catalão aciona vereador Marcelo Mendonça (REDE)

Gente boa do Blog, a Prefeitura Municipal de Catalão, acionou judicialmente o vereador da REDE de Sustentabilidade, ex- secretário de Meio Ambiente, Marcelo Mendonça.

Pela ação da Prefeitura ele deverá devolver mais de meio milhão de reais aos cofres públicos, detalhe o vereador já teve que ressarcir aos cofres públicos o montante 300 mil reis para conseguir ser candidato a vereador.

Ele recebeu como vereador valores acima dos salários previstos em lei em seu mandato como vereador pelo PC do B a ação durou mais de 10 anos, mas no final os cofres foram ressarcidos.

Dessa vez, o parlamentar está sendo acusado de receber em duplicidade, como secretário de Meio Ambiente e como professor universitário, ele está inscrito no regime de dedicação exclusiva da Universidade Federal de Goiás e assim, não pode receber salários de outros cargos, em especial do serviço público.

Na ação judicial a atual gestão acusa o vereador de pagar seu próprio salário com a conivência do ex-prefeito Jardel Sebba que também é solidário da no ato e poderá ter que devolver também parte do dinheiro.

PREFEITURA DE CATALÃO ACIONA EX SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE (GESTÃO JARDEL SEBBA)

A Prefeitura Municipal de Catalão, promoveu Ação Civil Pública de Responsabilidade por Ato de Improbidade Administrativa em desfavor do ex secretário de Meio Ambiente, Marcelo Mendonça e do ex prefeito Jardel Sebba (PSDB).

De acordo com a Procuradoria Geral do Município, durante os anos de 2013 a 2016, ficou constatadoque o ex secretário recebeu proventos salariais pelo exercício do cargo de Secretário Municipal de Meio Ambiente e ao mesmo tempo recebia como professor do magistério superior, ou seja, percebeu- se que o Município foi duplamente onerado com o pagamento do servidor Marcelo Mendonça, ao longo da gestão Sebba. Sendo que por lei é proibido acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas, pois o servidor deve ser remunerado apenas pelo exercício de uma das atividades acumuladas, e no caso, Marcelo exercia exclusivamente a função de Secretário Municipal.

Dado o exposto, considerando a acumulação ilegal de remuneração de cargos públicos, gerando prejuízo aos cofres do município e ofendendo os princípios legais da administração pública, foi promovida ação para que o mesmo seja condenado ao ressarcimento dos danos causados.

Todos os salários pagos pelo cargo de Secretário de Meio Ambiente foram indevidos e somam a quantia bruta de R$ 570.154,69, e deverão retornar aos cofres públicos. Sendo devido o bloqueio de bens de forma solidária em face do ex secretário e ex prefeito de Catalão, no valor total de R$ 2.280.620,76, que representa o valor do salário de secretário municipal somado à multa civil – três vez o valor do dano ao patrimônio público.

Texto: Thais Simões. 

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Governador Marconi Perillo visita Ouvidor…

Gente boa do Blog, governador Marconi Perillo levará Hum milhão de reais sexta feira para Ouvidor, o dinheiro será utilizado para operação tapa buracos na cidade.

O pedido dos um milhão de reais para resolver o problema do asfalto em Ouvidor partiu do ex-prefeito João César,  que juntamente com lideranças políticas do município e com o deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB) resolveram ajudar a administração pífia do prefeito cassado por corrupção eleitoral  Onofre Galdino (PMDB).marconi-onofrim

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Alô Ouvidor, o dinheiro vai pra onde mesmo?

Gente boa do Blog, em Ouvidor sessão da Câmara de Vereadores pega fogo,  tem até tentativa de agressão por parte de comissionado do prefeito CASSADO Onofre Galdino contra líder comunitário que estava filmando a sessão onde o prefeito quer 300.000,00 reais para gastar no aniversário da cidade.

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Frase do Dia…

Destacado

“Puxa saco e bajulador em Ouvidor virou profissão, pena que o pagamento sai do bolso do povo”. 

Marcos Oliveira – presidente da Associação de Moradores de Ouvidor. 

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