12:05 pm

Ex-prefeito Jardel Sebba critica atual administração

Gente boa do Blog, o ex-prefeito de Catalão, Jardel Sebba (PSDB) publicou em rede social, posts criticando a atual administração.

Ele publicou a foto de pessoas fazendo churrasco na UBS do Castelo Branco, construída em sua gestão, que foi desativada pela administração atual.

Confira abaixo as publicações:

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Parciais das enquetes…

Gente boa do Blog, hoje as 16:00 horas, estaremos encerrando as enquetes.

Aproveite para votar.

Confira abaixo as parciais:

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Confira o nível dos reservatórios da região

Gente boa do Blog, dando continuidade no acompanhamento dos principais reservatórios de nossa região, temos a atual situação.

Podemos observar que hoje o nível da Serra do Facão continua subindo onde passou de 36,12%% para 37,49% de sua capacidade.

Já na Emborcação o nível também teve uma pequena melhora, passou de 15,37% 14,32% de sua capacidade.

Os últimos dados comparados eram de 05/02/2018.

Confira abaixo:

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Greves contra reforma da Previdência tem cada vez mais adesão

Mais e mais categorias aderem à paralisação e atos contra a reforma da previdência pipocam pelo país - Créditos: ADONIS GUERRA/SMABC
Mais e mais categorias aderem à paralisação e atos contra a reforma da previdência pipocam pelo país / ADONIS GUERRA/SMABC

Do norte ao sul do Brasil muitas assembleias e atos estão marcados para o dia 19 de fevereiro por conta da possível votação da reforma da Previdência.

Independentemente do dia em que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) colocar a proposta em votação, a paralisação em massa vai ocorrer na próxima segunda-feira.

Após 15 meses de discussões e pelo menos 10 adiamentos, o prazo-limite imposto pelo governo para aprovar a reforma é fevereiro. O projeto parecia ter apoio sólido, mas em ano eleitoral e depois de enfrentar duas denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal, dificilmente os 308 votos serão alcançados.

As manifestações do dia 19 devem cumprir papel determinante, pois visam pressionar os deputados na hora da votação.

Em São Paulo, diversas categorias vão cruzar os braços na capital, litoral e interior. Entre elas os motoristas de ônibus, metroviários, bancários e professores das redes municipais e estaduais. Além disso, um grande ato está marcado para às 16h na Avenida Paulista. Há ato marcado também na cidade de Santos.

No Rio de Janeiro, a ação está marcada para a manhã no aeroporto Santos Dumont, no embarque dos deputados; e, às 16h, tem ato na Candelária.

Na Bahia, já tem confirmação de paralisação de petroleiros, químicos, rodoviários, professores, bancários, servidores e metalúrgicos, entre outras categorias.

Em Sergipe, foi realizada uma assembleia geral unificada e os servidores públicos aprovaram por unanimidade a participação na greve geral.

No Distrito Federal, as ações acontecerão durante todo o dia, culminando numa atividade conjunta entre os sindicatos e os movimentos populares no final da tarde, a partir das 17h, no Museu da República, em Brasília.

Em Santa Catarina, municípios de todo o estado se unirão à luta contra a reforma da Previdência. Os sindicatos dos professores estão orientando também seus trabalhadores a pararem no dia 19.

Em Porto Alegre, a mobilização começará às 5h com concentração no Monumento ao Laçador, seguida de caminhada até o saguão de embarque do Aeroporto Internacional Salgado Filho.

O projeto da reforma da Previdência, como foi apresentado, demandaria do trabalhador o mínimo de 25 anos de contribuição para acessar a aposentadoria por idade. A aposentadoria por tempo de contribuição, ao seu turno, demandaria 40 anos de contribuição, além da idade mínima de 65 anos para ambos os sexos. Na prática, muitos trabalhadores efetivamente contribuirão por um longo período sem que tenham qualquer retorno quando tiverem a sua capacidade de trabalho reduzida por conta da idade.

Brasil de Fato

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LUCIANO HUCK AMARELA, DESISTE DA PRESIDÊNCIA E DEIXA FHC ÓRFÃO

O apresentador da Globo Luciano Huck teria tomado decisão definitiva sobre não ser candidato à presidência da República.

O anúncio oficial deve ser feito nesta sexta-feira 16, conforme confirmou sua assessoria. “Não serei candidato mas não quero falar mais sobre o assunto agora. Preciso digerir a decisão”, disse ele à coluna de Sonia Racy, do Estadão.

Em artigo publicado em novembro passado na Folha, o apresentador já havia dito que não sairia como candidato, mas a ideia voltou a circular no meio político, inclusive sobre sua filiação ao PPS, de Roberto Freire.

Com a decisão, Huck deixa órfão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que endossava seu nome.

Brasil 247

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Atentado na Flórida reacende debate sobre controle de armas nos EUA

EPA

Depois de serem resgatados pela polícia, alguns alunos ficaram horas prestando depoimentos até serem liberados para encontrar as famíliasDepois de serem resgatados pela polícia, alguns alunos ficaram horas prestando depoimentos até serem liberados para encontrar as famílias

Uma das sobreviventes do ataque é a estudante brasileira Kemily dos Santos Duchini, de 16 anos, que vive com a família na cidade de 30 mil habitantes há quatro anos e desde 2016 cursa o ensino médio na escola que nesta quarta-feira (14) foi alvo do atentado.

Kemily disse nunca antes ter se preocupado com a questão do controle de armas no país “não era nem contra, nem a favor”, mas agora que viu de perto o resultado do fácil acesso às armas de fogo e munição, acredita que deve haver maior regulação.

Já o pai de outros dois alunos da escola, o empresário brasileiro Luís Eduardo Girão, também questionou a facilidade de acesso às armas no país. “As coisas acontecem na vida para tirarmos algum aprendizado. Pra mim, está claro que essa liberdade na compra de armas de fogo, assim como querem permitir no Brasil, é a pior coisa que pode acontecer”, disse em entrevista ao jornal O Povo, ao comentar o atentado.

O responsável pelo atentado portava um fuzil AR-15 e, de acordo com a polícia, tinha “muita munição para armas semiautomáticas”.

Em depoimento à BBC Brasil, Kemily conta com detalhes como foi a chegada do atirador na escola, a reação dela e dos colegas de sala, o cuidado que a professora teve com os alunos e a pouca sensibilidade da polícia ao fazer o resgate.

Ela destaca que depois de conter o atirador, os policiais arrombaram a porta da sala de aula aos gritos “com armas enormes”, num momento em que os adolescentes já estavam em pânico. E ao final do relato, a estudante questiona a pouca regulação ao acesso às armas no país.

“Eu nunca tinha prestado atenção em gun control (controle de armas), achava que não tinha a ver comigo. Mas, agora que bateu na minha escola e aconteceu comigo, a gente vê de um jeito diferente. Esse menino provavelmente não tinha idade para ter uma arma. Depois soubemos que ele foi expulso da escola porque encontraram balas na mochila dele”.

Leia o depoimento na íntegra:

“Eu estava em um prédio chamado Freshment Building, que foi o primeiro onde ele entrou. Estávamos fazendo tarefa e a primeira coisa que escutamos foram quatro tiros e barulhos altos, como se alguém estivesse jogando algo muito pesado no chão.

Nós ouvíamos homens gritando e não entendíamos. Os tiros estavam se aproximando da minha sala. Eu estava no segundo andar e percebia que estava subindo as escadas, chegando cada vez mais perto.

Então ouvimos: “Ponha as mãos na cabeça!”. Era a polícia falando com alguém.
Mas continuamos ouvindo muitos tiros depois disso.

Enquanto tudo acontecia, a escola não fez nenhum aviso no sistema interno de alto-falantes. O sinal do fim da aula também não tocou.

Às 15h, bateram na porta da sala de aula dizendo que era a polícia. Por protocolo, regra da escola nesse tipo de situação, nós não podíamos abrir.

Então eles quebraram a janela, pediram para todos colocarem as mãos na cabeça e começaram a fazer perguntas. “Tem alguém armado?” “Tem alguém ferido?”

Eles pediram para todos nós sairmos com as mãos nos ombros das pessoas da frente. Lá fora, eram mais de dez homens da SWAT com armas enormes gritando para nós: “Corram!”, “Andem rápido!”, “Não olhem para trás!”.

O policial disse para não olharmos, mas uma amiga virou e viu uma menina morta no chão.
Nessa hora eles pediram para colocarmos as mãos na cabeça. Andamos até a esquina da escola e lá fora encontramos a polícia, e pais e mães chorando.

Encontrei uma amiga do terceiro andar, onde aconteceu a maior parte da destruição. Ela contou que viu quatro mortos – duas meninas caídas na entrada do banheiro.

No primeiro e no terceiro andares, os banheiros estavam trancados e elas não conseguiram entrar.
Todos os tiros foram na cabeça.

Eu estava calma. Não sou muito de ficar desesperada. As meninas todas choravam, tremiam muito.

A professora estava muito preocupada, você via na cara dela. Mas ela fazia de tudo para nos tranquilizar e dizia que o que estava acontecendo era um tipo de teste, uma encenação. Isso acontece às vezes.

Eu mandava mensagens para a minha mãe enquanto os tiros aconteciam. Eu dizia que estava bem, mas não conseguia escrever o tempo todo porque a professora mandou não usarmos os celulares.

Ela falava para ninguém mandar mensagens, mas estava todo mundo desesperado.
Recebi uma foto de uma menina lá fora na ambulância e um vídeo com um corpo ensanguentado em outra sala de aula.

Não mostrei para os meus colegas porque eles já estavam muito desesperados.
Na minha sala ninguém gritou excessivamente ou fez escândalo. Mas soube que em outra sala teve um menino que teve um ataque de pânico muito forte.

O encontro com a minha mãe foi muito bom. Ela estava muito feliz por me encontrar bem.
O que fica dessa experiência? Bom, eu nunca tinha prestado atenção em gun control (controle de armas), achava que não tinha a ver comigo.

Mas, agora que bateu na minha escola e aconteceu comigo, a gente vê de um jeito diferente. Esse menino provavelmente não tinha idade para ter uma arma. Depois soubemos que ele foi expulso da escola porque encontraram balas na mochila dele.

Eu não era antes contra o controle. Nem contra nem a favor. Agora eu acho que tem que ser mais regulado.”

Portal Vermelho

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“O carnaval reflete historicamente o que a sociedade vive”, diz diretor da Tuiuti

O tema da escola que desfilou no grupo especial do Rio de Janeiro foi a escravidão e as mazelas sofridas pelo povo negro - Créditos: Dhavid Normando | Riotur
O tema da escola que desfilou no grupo especial do Rio de Janeiro foi a escravidão e as mazelas sofridas pelo povo negro / Dhavid Normando | Riotur

As críticas sociais denunciais pela escola de samba Paraíso da Tuiuti atrairam o público na Sapucaí e mostraram que o samba ainda é reduto de resistências e lutas. O samba-enredo intitulado “Meu Deus, Meu Deus, está extinto a escravidão?” retratou as atuais formas de trabalho escravo, acentuados por medidas como a perda de direitos impostos pela reforma trabalhista, que atingem, principalmente o povo negro.

Uma das alegorias trouxe a figura de um “vampiro neoliberal” vestido com a faixa presidencial, em referência ao presidente golpista Michel Temer, do MDB, que “suga” os direitos dos trabalhadores e vende o patrimônio brasileiro para estrangeiros.

Outra ala que chamou atenção do público trouxe “manifestoches” vestidos com o pato da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a camiseta da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e panelas nas mãos. A fantasia lembrou os manifestantes pró-impeachment da presidenta Dilma Rousseff que foram apoiados pela Federação que tem Paulo Skaf à frente.

Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, o diretor de carnaval da Tuituti, Thiago Monteiro, conta como foi o processo de escolha e criação do enredo deste ano. “A repercussão na proporção que ela tomou chegou a surpreender um pouco, mas quando a escola se propôs a fazer o enredo, ela sabia que atingiria determinadas pessoas da sociedade, que [o tema] seria, no mínimo, debatido. Então, isso nos traz muita alegria, porque eu acho que o objetivo foi atingido, de, pelo menos, fazer o povo, a sociedade debater o assunto”, diz Monteiro.

Além da avenida, as alegorias, alas e fantasias da escola vice-campeã do carnaval carioca repercutiram nas redes sociais. O samba-enredo questionou o quanto a Lei Áurea, que completa 130 anos em 2018, trouxe cidadania e igualdade de direitos para a população negra.

“O samba teve uma proposta diferente esse ano. A Tuiuti quis encomendar para os maiores campeões do concurso de enredos e a direção pôde construir junto com os seus compositores. Daí vem o fator desse sucesso todo, creio eu. A gente sabia onde queria chegar. A gente queria um samba que emocionasse, que explodisse”, relata Thiago sobre a criação da música.

Em relação ao papel das escolas de samba, Thiago defende que historicamente o carnaval reflete o que a sociedade vive. “Nos anos 1980, por exemplo, algumas escolas se notabilizaram por fazer enredos críticos e que, pelo menos, levantavam algumas questões. E isso tem retomado”, diz.

Brasil de Fato

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Novo texto da Previdência mantém distorções e não combate privilégios

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Desocupados, se formalizados, poderiam contribuir com R$ 30 bilhões à PrevidênciaDesocupados, se formalizados, poderiam contribuir com R$ 30 bilhões à Previdência

Para o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, a proposta apresentada pelo relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), insiste em operar mudanças apenas nos critérios de acesso, com cortes de direitos, quando deveria abordar também a cobrança aos grandes devedores, o combate à sonegação e aperfeiçoamento na gestão dos recursos. A forma mais eficaz para equilibrar as contas da Previdência, segundo ele, é a criação de empregos formais.

“Os dados recentes divulgados pela Receita Federal dão conta que grandes empresas no Brasil devem mais de R$ 450 bilhões”, diz Clemente. “Não há nenhuma medida nesse campo. Portanto o déficit é decorrente de problemas sérios de gestão, na cobrança, e é fortemente influenciado pela crise econômica. Temos mais de 13 milhões de pessoas desempregadas que não contribuem. Se estivessem ocupadas contribuindo sobre um salário mínimo, por exemplo, já gerariam mais de R$ 30 bilhões de arrecadação para à Previdência.”

Já a presidenta da Associação de Docentes da Universidade Federal do ABC (ADUFABC), Maria Carlotto, diz que, independentemente da proposta, o governo Temer não tem legitimidade para aprovar mudanças em uma legislação tão fundamental, e avalia que o governo não tem os votos necessários.

“Independentemente do conteúdo, o que é particularmente grave é que essa reforma vai ser proposta num contexto em que o governo não tem nenhuma legitimidade. O nível de confiança da população nas instituições está baixíssimo”, afirma Maria Carlotto.

Fonte: Rede Brasil Atual

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Perícia aponta que Odebrecht fraudou provas em delação contra Lula

Foto: Toni Pires/El Pais

 

De acordo com matéria publicada na coluna Painel, da Folha de S. Paulo, os documentos foram analisados por peritos contratados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O especialista analisou os papéis anexados pelo Ministério Público Federal na ação da Lava Jato que investiga o uso de um apartamento vizinho ao do ex-presidente, em São Bernardo do Campo. O MPF sustenta que a Odebrecht custeou a aquisição do imóvel.

De acordo com os peritos, alguns extratos têm marcas de montagem ou enxerto, além da inconsistências em datas de transações e em assinaturas.

A perícia foi a mesma que atestou a validade dos recibos apresentados por Lula como prova de que ele pagou o aluguel do local e que, posteriormente, foram reconhecidos pelo juiz Sergio Moro como verdadeiros, derrubando a tese do MPF de que os documentos apresentados eram falsos, sem sequer ter periciado os mesmos.

Portal Vermelho

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Principais notícias do dia…

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O Popular

Irapuan toma posse como novo secretário de Segurança Pública de Goiás.

Diário da Manhã

Jovem faz vídeo se exibindo com drogas dentro de avião antes de ser preso.

Zero Hora

“Desliguei o rádio”, diz chefe de Polícia Civil sobre ouvir delegado citar revelações divinas.

Estado de Minas

Acidente entre ônibus e carreta deixa oito mortos e dezenas de feridos.

O Estadão

Luciano Huck diz que não vai disputar eleição presidencial deste ano.

O Globo

Rastro de destruição deixado pela chuva não foi por falta de aviso.

Folha de São Paulo

Justiça condena ex-Caixa, Corinthians e Odebrecht a devolverem R$ 400 mi.

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