1:10 pm

Previsão do tempo

Gente boa do Blog, em Catalão a temperatura para os próximos dias continuará baixa, com mínima de 15ºC e máxima de 25ºC, como podemos observar abaixo:

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Não temos previsão de chuva para amanhã, porem como podemos ver, a temperatura durante a madrugada será mais uma vez baixa, atingindo 14º por volta das 06:00 horas da manhã.

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Outro dado interessante, é que nossa região tem um índice baixo para proliferação do mosquito da dengue, o dado é calculado de acordo com o volume de chuva e temperatura.

Fonte: Clima Tempo.

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Situação dos reservatórios da região…

Gente boa do Blog, mesmo sem chuvas na nossa região, os reservatórios ainda não sofreram muito impacto.

Em uma comparação com o último levantamento feito no dia 29 de maio, podemos observar que hoje o nível da Serra do Facão teve uma queda de apenas 0,04%, ou seja, de 26,34% passou para 26,3%.

Já a Emborcação, no mês passado estava no nível de 34,3%, hoje seu nível atinge 33,25%.

Confira as parciais:

reservatorio 22-06-2017

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Acontece…

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Acontece…

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95% não querem reforma trabalhista, aponta enquete do Senado

 

  

O projeto apresentado pelo governo prevê, entre outras medidas, a prevalência do negociado sobre o legislado, ameaçando direitos trabalhistas consagrados pela lei.

Dentre os internautas, 129.377 responderam ser contra o projeto. Outras 5.709 pessoas disseram ser a favor. A rejeição à reforma vem acompanhada pelas manifestações que se espalham pelo país contra as reformas trabalhistas e Previdenciária.

Brasil 247

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STF suspende aprovação da MP da regularização fundiária pelo Senado

Prensa Latina

  

Barroso também determina que o presidente Michel Temer (PMDB) devolva o PLV ao Congresso, para que não seja sancionado. Enquanto durar o prazo concedido, permanece em vigor o texto original da medida provisória.

O pedido de concessão de liminar faz parte do mandado de segurança impetrado por senadores e deputados do PT que questionam as irregularidades na tramitação do projeto no Senado, onde foi aprovado em 31 de maio, antes de seguir para sanção de Michel Temer (PMDB). A petição foi protocolada no último dia 10.

O PLV tem origem na MP 759, enviada ao Congresso em 23 de dezembro de 2016. Mais conhecido como MP da regularização fundiária, o projeto permite, entre outros pontos, a regularização de grandes condomínios construídos em terras griladas, a compra de lotes da reforma agrária por ruralistas após dez anos da titulação e a venda de terras na Amazônia.

Os parlamentares questionam irregularidades na tramitação e a redação dada às emendas na comissão mista que discutiu a MP. De acordo com eles, oito das 732 emendas tiveram seu sentido totalmente alterado no texto que seguiu ao plenário do Senado.

A decisão de Barroso está sendo comemorada. A advogada especialista em regularização fundiária e integrante do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU), Rosane Tierno, avalia que a liminar reconhece as falhas ocorridas na votação. “Isso fortalece nossos argumentos para a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que deveremos ingressar. Além do mais, o governo está agonizando e muita coisa pode acontecer nesse 10 dias. A validade da MP já expirou, o que é objeto de questionamento na Justiça”, diz Rosane.

A MP tem validade de 60 dias, prorrogável por 60. Com a aprovação do PLV, há mais 15 dias úteis, relativos ao prazo para sanção presidencial. “Se a liminar anula a aprovação do PLV, já se passaram 139 dias, 19 além do prazo de validade”, lembra a advogada.

Assinam o mandado os senadores petistas Gleisi Hoffmann (PR), Lindbergh Farias (RJ), Humberto Costa (PE), Paulo Rocha (PA), Maria de Fátima Bezerra (RN), Maria Regina Sousa (PI), Paulo Paim (RS), José Pimentel (CE) e os deputados Afonso Florence (BA), Paulo Teixeira (SP) e João Daniel (SE).

Rede Brasil Atual

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Fachin e Moraes votam contra revisão da delação da JBS 

 

  

Segundo Fachin, na fase de homologação, cabe ao Judiciário verificar somente a legalidade do acordo, sem interferência nos benefícios da delação e nas declarações dos investigados ao Ministério Público. Fachin também votou pela sua permanência na relatoria das delações da JBS.

No entendimento do ministro, a validade do acordo só pode ser analisada pelo juiz ao final do processo, no momento em que a sentença for proferida. “Como todos sabemos, o colaborador é, antes de tudo, um delituoso confesso, e, portanto, não se atesta qualquer idoneidade nessas declarações”, disse Fachin.

A Corte julga os limites da atuação dos juízes que são responsáveis pela homologação das delações premiadas. Após o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes apresentou o seu voto.

Moraes disse que, para haver a homologação formal dos acordos, é necessário analisar requisitos, ainda que nem todos sejam verificáveis naquele momento. a partir daí, deu início a um intenso debate sobre as questão.

O ministro Marco Aurélio Melo disse que o que foi acordado com o Ministério Público não está no debate e que tal questão deverá ser abordada posteriormente. Para ele, Fachin só homologou o aspecto formal da delação e não analisou o mérito, que deve ser feito pelo plenário do Supremo. O ministro Luiz Fux discordou.

O aparte do ministro Gilmar Mendes esquentou o debate. Ele questionou se acordos, que classificou como “flagrantemente ilegais”, podem ser homologados, seja monocraticamente, seja pelo plenário.

Gilmar fez críticas diretas à Procuradoria-geral da República, ao afirmar que não é possível “legislar” num acordo de delação. Segundo ele, o acordo cria punições que não existem na lei.

“Está se reescrevendo a lei? Pode. A procuradoria está ocupando o lugar do legislativo? A procuradoria pode muito, mas pode tudo?”, questionou.

Ainda faltam votar os minsitros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Celso de Mello e a presidente, Cármen Lúcia.

O julgamento foi motivado por uma questão de ordem apresentada pelo ministro Fachin, relator dos processos que tiveram origem nas delações da empresa. Os questionamentos sobre a legalidade dos acordos da JBS foram levantados pela defesa do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, um dos citados nos depoimentos dos executivos da empresa.

As delações premiadas assinadas com investigados na Operação Lava Jato e nas investigações envolvendo a JBS estão baseadas na Lei 12.850/2013, conhecida como Lei das Organizações Criminosas. De acordo com o Artigo 4º da norma, o acordo deve ser remetido ao juiz para homologação. Cabe ao juiz verificar a regularidade, legalidade e voluntariedade da delação.

Portal Vermelho

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87% dos brasileiros querem eleição direta, aponta pesquisa

Foto: Jorge William / Agência O Globo

  

A pesquisa foi feita para avaliar o impacto das revelações trazidas pela delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS.

Temer é rejeitado por 75% dos brasileiros, sendo que apenas 2% consideram o governo positivo. Considerando que em maio deste anos, Temer tinha 65% de avaliação negativa, esse é um aumento significativo num curto espaço de tempo.

Do Portal Vermelho

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Principais notícias do dia…

manchetes-dia

O Popular

Para TJ, juiz deve morar na mesma comarca em que atua.

Estado de Minas

STF adia decisão sobre manter Fachin como relator da delação da JBS.

O Estadão

‘O que você decidir está bom para mim’, disse Rocha Loures a Temer.

O Globo

Supremo indica que manterá regra atual sobre delação premiada.

 

 

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Hoje na História…

hoje

1815
Napoleão Bonaparte abdica ao trono da França.
1874
Inauguração do telégrafo submarino entre o Rio de Janeiro e a Europa.
1961
Moïse Tshombe, presidente da província separatista de Katanga, é libertado depois de prometer cooperar com o governo central do Congo.
1964
URSS protesta contra a criação de um serviço aéreo direto entre Nova York e Berlim ocidental a ser realizado somente por aviões americanos.
1967
O papa Paulo VI promulga a encíclica Sacerdotalis coelibatus, reafirmando a norma que proíbe o casamento de sacerdotes.
1980
O padre José de Anchieta é beatificado pelo papa João Paulo II.
1982
Os EUA acusam dezoito japoneses de espionagem por tentar roubar segredos industriais da IBM.
1988
O governo brasileiro e o comitê de bancos credores internacionais fecham um acordo sobre a dívida externa do Brasil.
1989
O Congresso aprova o projeto de lei que regulamentava o direito de greve, assegurado pela constituição.
1991
Temporais na China deixam quinhentos mortos e mais de 20.000 desabrigados.
1993
Câmara dos Deputados aprova o imposto provisório sobre movimentação financeira (IPMF).
2000
A NASA anuncia a descoberta de evidências convincentes da existência de água em Marte.
2002
Terremoto de 6,3 graus na escala Richter mata pelo menos 500 pessoas e fere mais de 1.500 na província de Qazvin, no Irã.
2003
O Iraque retoma exportações de petróleo.
2004
Ataque tchetcheno mata 57 pessoas, incluindo 47 agentes e policiais russos.
2008
NOS 50 ANOS DA BOSSA NOVA, JOÃO GILBERTO VOLTA A SE APRESENTAR NO CARNEGIE HALL, EM NOVA YORK.
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