A punição prevista pela lei é a pena de reclusão de um a três anos mais multa para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
O presidente da Comissão do Esporte, deputado Damião Feliciano (PDT-PB), está otimista quanto aos resultados da campanha. “A denúncia é fundamental, a campanha ressalta isso. Denuncie quando você vir uma pessoa cometendo um crime de racismo.”
Uma das intenções da campanha é divulgar a legislação desportiva por meio da internet e também transformar a comissão numa espécie de central de denúncias, como ressalta o deputado Afonso Hamm (PP-RS).
Ele defende a sistematização das denúncias, “onde nós podemos, inclusive, vamos dizer assim, repassar às autoridades para punir pessoas que cometem o crime inafiançável que é o crime em relação a atitudes e atos de racismo.”
Punição e ações educativas
Para os participantes do debate, são necessárias ações efetivas para combater o racismo no futebol. Segundo o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a punição aos torcedores é um caminho eficiente.
O ex-árbitro Márcio Chagas, que também participou do debate, contou que em março, ele foi vítima de racismo durante uma partida do Campeonato Gaúcho entre Esportivo e Veranópolis, em Bento Gonçalves (RS). Ele ouviu da torcida do Esportivo “macaco”, “seu lugar é na selva” e “volte para o circo”. E após sair do estádio, encontrou duas bananas sobre o seu carro, que foi depredado.
O caso foi julgado pela Justiça Desportiva, e o clube foi punido com multa de R$30 mil, cinco perdas de campo e a perda de nove pontos, o que resultou no rebaixamento do time para série B.
Segundo Márcio Chagas, a conscientização e ações educativas são o melhor passo, mas a decisão representou uma lição, “tendo em vista que essa equipe teve um tempo hábil de praticamente um mês e meio para identificar essas pessoas, não se prontificou a identificá-las e acarretou uma punição que, no meu entender, foi a mais justa para toda a atrocidade que aconteceu naquele dia.”
O deputado Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), que foi goleiro por 16 anos, afirma que a internet é uma ferramenta fundamental para combater o preconceito. Ele acredita que as câmeras instaladas nos estádios sejam um legado positivo da Copa para identificar os torcedores racistas.
Portal Vermelho
Governo anuncia novas medidas para coibir preços abusivos dos combustíveis Distribuidoras deverão informar semanalmente…
COMUNICADO ÀS EMPRESAS Alteração na Presidência do Sindicato Metabase O Sindicato Metabase de Catalão e…
https://www.youtube.com/watch?v=JPIl8suQpe8&list=PLU7EHq4fmk62WyLxYihJgBKgJP0nCbK8p&index=12
Vitória do Irã sobre a guerra neocolonialista de Trump tem alcance mundial Guerra neocolonial e…
https://www.youtube.com/watch?v=awCEN1cUkWY&list=PLU7EHq4fmk62WyLxYihJgBKgJP0nCbK8p&index=11