4:55 pm

Frase do Dia…

Destacado

“Aqui não tem nada fechado”.

Secretário de Saúde, Fernando Netto (MDB), se referindo a respeito de que a UBS do Castelo Branco estaria fechado. 

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Vereador Sousa Filho participa do “Nosso Programa” da Rádio Sucesso

Gente boa do Blog, vereador Sousa Filho continua a encarar a

administração do prefeito Adib Elias e a fazer duras criticas ao modo de administração dos, segundo ele, 13 anos de gestão PMDBistas em Catalão.

Veja o vídeo abaixo e tire suas conclusões.

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Prepare para os próximos rounds…

 

 

Gente boa do Blog, os rounds entre os MDBistas Adib Elias e Daniel Vilela prometem serem mais emocionantes a partir dessa semana.

O prefeito de Catalão, defende abertamente que o candidato apoiado pelo MDB, seja o senador Ronaldo Caiado (DEM), em suas palavras se não for ele e se a oposição não se unir em torno dele, o caminho será mais uma derrota para o governador Marconi Perillo,o que levará o MDB a ser uma sigla pequena no Estado.

Já o presidente estadual do MDB, Daniel Vilela quer ser o nome a representar a sigla nessa disputa, Vilela está convicto que o momento é esse e que com a força do partido nos 246 municípios será vitória certa.

Como a decisão deverá ser tomada em março, de agora pra frente é ver quem aglutina e convence mais.

 

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“Meu governo terá forte participação feminina”, afirma Zé Eliton em evento do PSDB Mulher

 Gente boa do Blog, o vice-governador garante presença das mulheres nos nove meses de governo, a partir de abril, e na construção do projeto de 2019 a 2022.

“Vamos construir uma agenda vitoriosa”, destaca durante evento

“O meu governo terá forte participação feminina”, garantiu o vice-governador Zé Eliton durante participação em evento realizado no sábado (17/02), em Goiânia, pelo PSDB Mulher destinado a discutir políticas e ações voltadas para o segmento.

“Eu quero não só a presença física nos eventos que são realizados, mas a ampla participação da mulher nas ações que desenvolveremos esses nove meses e no projeto de 2019 a 2022”, discursou Zé Eliton, sob aplausos.

Ainda no pronunciamento, o pré-candidato da base aliada ao governo do estado citou “a força e a determinação dessas mulheres que ajudam a construir políticas públicas importantes”.

“Vamos construir uma agenda vitoriosa”, afirma Eliton. Segundo ele, a jornada será longa, “mas muito importante para o amanhã de Goiás”, daí a importância do “apoio fundamental” das mulheres.

A determinação é “ampliar espaços da mulher no governo”, disse Zé Eliton. Segundo informa, em breve dará sequência à composição da equipe em conjunto com o governador Marconi Perillo. “Juntos estamos construindo essa transição e damos continuidade às ações de governo”.

Zé Eliton também citou “fé e determinação” no enfrentamento dos desafios “com a compreensão dos companheiros que constroem juntos um projeto”. Abordou, ainda, a “agenda importante” que vem sendo construída para Goiás “com sinergia e buscando sempre as melhores soluções”.

 

O vice-governador Zé Eliton durante participação no encontro do PSDB Mulher, em Goiânia: “Eu quero não só a presença física nos eventos que são realizados, mas a ampla participação da mulher nas ações que desenvolveremos nesses nove meses e no projeto de 2019 a 2022”

O vice-governador Zé Eliton durante participação no encontro do PSDB Mulher, em Goiânia: “Eu quero não só a presença física nos eventos que são realizados, mas a ampla participação da mulher nas ações que desenvolveremos nesses nove meses e no projeto de 2019 a 2022”

 

Assessoria de Comunicação

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Fernando Netto responde a respeito de churrasco na UBS do Castelo Branco

Gente boa do Blog, na semana passada circulou nas redes sociais matérias sobre um ‘suposto’ churrasco realizado nas dependências da USB do Castelo Branco.

Em resposta a isso, o secretário de saúde, Fernando Netto (MDB), fez questão de gravar um vídeo.

Confira abaixo a fala do secretário:

Tirem suas conclusões:

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Ronaldo Caiado mostra confiança em Luiz Gustavo

Gente boa do Blog, o pré-candidato a deputado estadual pelo DEM, Luiz Gustavo Sampaio, continua se fortalecendo.

Nesse final de semana, em encontro em Inhumas, ao lado do também pré-candidato a governador, Ronaldo Caiado, mostrou força e que estão a cada dia mais próximos.

Confira abaixo entrevista de Caiado:

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Eleita nova diretoria do Sindicato Rural de Catalão para o triênio 2018/2021

diretoria eleita

Em novembro de 2017 após decisão judicial expedida pela Vara do Trabalho as eleições para mesa diretora do Sindicato Rural de Catalão (SRC), realizadas em outubro de 2016, foram anuladas e a diretoria afastada do cargo sendo necessário novo pleito, de acordo com o estatuto da casa. Desta forma, durante a última sexta-feira, 16, ocorreram eleições com chapa única de consenso entre as duas chapas que disputaram a eleição de 2016.

Desde novembro o SRC era presidido por Eduardo Veras que foi nomeado pela Faeg como presidente interino e responsável para conduzir o tramite eleitoral. Dos 115 associados aptos a votar 86 compareceram e elegeram por unanimidade Renato Ribeiro dos Santos como o novo presidente da instituição para o triênio 2018/2021. Renato é natural de Guará/SP, é engenheiro agrônomo e produtor rural da região dos Martírios, no distrito de Santo Antônio do Rio Verde.

Para acompanhar o tramite foram convidados representantes de entidades como Incra, Sefaz, Coacal, Senar e produtores rurais. O novo presidente e diretoria foram empossados imediatamente após contagem dos votos e falou emocionado, “sinto-me honrado por todo apoio recebido pelos associados e muito tranquilo para uma boa gestão, cercado de diretores empenhados para o bem do Sindicato”.

Eduardo Veras também se manifestou, “aprendi com o processo e tive a oportunidade de fazer novos amigos. O SRC é um dos maiores e mais importante para o Estado e hoje realizamos eleições cumprindo fielmente o que rege o estatuto e vemos uma diretoria renovada, dinâmica e disposta a dar o melhor para os associados, enfim, tem tudo para que dê certo”, finaliza.

Nos próximos dias será marcada assembleia para associados de prestação de contas da gestão de Veras e a data será divulgada em meios de comunicação. Confira a chapa eleita:

Presidente – Renato Ribeiro dos Santos

Secretário – Rosemir Candido da Silva

Tesoureiro – Thiago Terra de Souza

Suplentes – Ricardo Pires Monteiro, Ciro Procópio Júnior e Cleber Pacheco da Silva

Conselho fiscal – titulares – Daniel Marcelino Netto de Mello, Bruno Mastrela Martins e Antônio Jorge Bianco

Conselho fiscal – suplentes –Fernando Netto Lorenzi, Gilmar Antônio Pomponi e Juarez Mesquita

Delegados representantes junto a Faeg – titulares- Renato Ribeiro dos Santos e José Fava Neto

Delegados representantes junto a Faeg – suplentes – Wilson Netto Tartuci e Eduardo Gouveia

Larissa Pacheco

Assessoria de Comunicação

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Fundo Partidário distribuiu mais de R$ 62 milhões em duodécimos aos partidos em janeiro

Imagem de fundo verde contendo cifrão, calculadora, régua e caneta.

Os 35 partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receberam R$ 62.955.007,26 em duodécimos do Fundo Partidário relativos a janeiro de 2018. O Partido dos Trabalhadores (PT) obteve R$ 8.426.611,88, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) recebeu R$ 7.119.745,15 e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) obteve R$ 6.912.612,54.

A Lei Orçamentária Anual de 2018 prevê a distribuição de R$ 888.735.090,00 de recursos do Fundo Partidário às legendas políticas com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Serão distribuídos R$ 780.357.505,00 aos partidos na forma de dotações orçamentárias da União (duodécimos orçamentários) e mais R$ 108.377.585,00 a título de multas e penalidades aplicadas nos termos do Código Eleitoral.

Os recursos do Fundo Partidário estão dentro da previsão orçamentária da União aprovada pelo Congresso Nacional. O Tesouro Nacional deposita, mensalmente, os duodécimos no Banco do Brasil, em conta especial à disposição do TSE. Na mesma conta especial são depositadas as quantias arrecadadas pela aplicação de multas e outras penalidades em dinheiro, previstas na legislação eleitoral. Portanto, a liberação dos recursos dos duodécimos e das multas do Fundo é feita mensalmente e não de uma única vez.

Quatorze partidos políticos tiveram recursos bloqueados correspondentes aos votos dos parlamentares que migraram para o Partido da Mulher Brasileira (PMB). Do Partido dos Trabalhadores (PT) foram bloqueados R$  211.964,74; R$ 28.389,43 do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB); R$ 119.315,67 do Partido Democrático Trabalhista (PDT);  R$ 121.945,28 do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB); R$ 144.655,42 do Partido Verde (PV); R$ 37.390,61 do Partido Social Cristão (PSC); R$ 39.169,27 do Partido da Mobilização Nacional (PMN); R$ 28.796,81 do Partido Trabalhista Cristão (PTC); R$ 53.225,97 do Partido Social Democrata Cristão (PSDC); R$ 36.858,22 do AVANTE; R$ 108.423,51 do Partido Republicano Progressista (PRP); R$ 68.363,32 do Partido Social Liberal (PSL); R$ 157.464,58 do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e R$ 22.654,30 do Solidariedade (SD).

Foi divulgada também tabela com os valores das multas distribuídas aos partidos políticos referentes a novembro de 2017. O valor total das multas repartidas é de R$ 1.371.854,21.

Fundo Partidário

O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, o Fundo Partidário, é composto por multas e penalidades em dinheiro aplicadas de acordo com o Código Eleitoral e outras leis vinculadas à legislação eleitoral; de recursos financeiros que lhes forem destinados por lei, em caráter permanente ou eventual; doações de pessoa física ou jurídica, efetuadas por meio de depósitos bancários diretamente na conta do Fundo Partidário; e dotações orçamentárias da União em valor nunca inferior, cada ano, ao número de eleitores inscritos em 31 de dezembro do ano anterior ao da proposta orçamentária, multiplicados por R$ 0,35 – em valores de agosto de 1995.

De acordo com a lei, 5% do total do Fundo Partidário são distribuídos, em partes iguais, a todos os partidos que tenham seus estatutos registrados no TSE, e 95% do total do Fundo Partidário são distribuídos às legendas na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

A Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096), sancionada em 1995, prevê a possibilidade de que os recursos do Fundo Partidário possam ser aplicados em campanhas eleitorais, não sendo, portanto, uma decisão do TSE, que apenas a regulamenta.

Prestação de Contas

Os repasses do Fundo Partidário podem ser suspensos caso não seja feita a prestação de contas anual pelo partido ou reprovada pela Justiça Eleitoral. A prestação de contas anual é determinada pela Constituição Federal e pela Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9096/1995). Segundo a legislação, cabe à Justiça Eleitoral fiscalizar as contas das legendas e a escrituração contábil e patrimonial, para averiguar a correta regularidade das contas, dos registros contábeis e da aplicação dos recursos recebidos, próprios ou do Fundo Partidário.

As prestações de contas devem conter a discriminação dos valores e a destinação dos recursos recebidos do Fundo Partidário; a origem e o valor das contribuições e doações; as despesas de caráter eleitoral, com a especificação e comprovação dos gastos com programas no rádio e televisão, comitês, propaganda, publicações, comícios e demais atividades de campanha; e a discriminação detalhada das receitas e despesas.

Os valores repassados aos partidos políticos são publicados mensalmente no Diário da Justiça Eletrônico.

Confira a tabela com os repasses dos duodécimos de janeiro e das multas.

EM/RC

TSE

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Maia confirma que sequer foi consultado sobre decreto de intervenção

Ueslei Marcelino/Reuters

 

Deputado federal pelo Rio, Maia admitiu que sequer foi consultado sobre o decreto de Temer. A afirmação foi dada neste sábado (17), após a reunião com Temer, ministros, o governador Luiz Fernando Pezão MDB), o prefeito Marcelo Crivella (PRB) e o general Walter Braga Netto, nomeado interventor, no Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Maia disse que não existe nenhum “desconforto” por não ter sido consultado a respeito do decreto, mas a sua fisionomia durante a cerimônia era de poucos amigos.

“Tem um fantasma ali que não gosta de mim, mas eu não sei quem é”, afirmou Maia, acrescentando que toda semana alguém no Palácio do Planalto cria “intrigas” envolvendo seu nome, mas que sua relação com Temer é boa.

Nos bastidores a informação é de que Maia foi voto vencido na discussão sobre a intervenção e que Temer decidiu passar por cima da posição do aliado, que é presidente da Câmara.

Ele disse que na próxima segunda-feira (19) a Câmara a sessão que vai analisar a medida de intervenção federal. O decreto, que precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, apedar de já estar em vigor.

Do Portal Vermelho

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Qual o real interesse por trás da equivocada intervenção no Rio?

Por qualquer ângulo que se examine, a intervenção no Rio de Janeiro é aquele tipo de escolha que tem enorme chance de colecionar muito fracasso e de produzir zero acerto.

É uma decisão tremendamente equivocada e ineficaz, que não resolverá os problemas da violência, insegurança e do crime organizado no Rio. Que não é, inclusive, o Estado da federação com a pior realidade, que justificasse a adoção de medida grave e perigosa.

No Atlas da Violência do IPEA, a taxa de 30,6 homicídios a cada 100 mil habitantes em 2015 coloca o Rio na 18ª posição do país. Estão em situação muito mais crítica que o Rio, portanto, outros 17 Estados que, em tese, deveriam merecer absoluta prioridade de atenção antes do próprio Rio.

Alguns deles com taxas alarmantes, como Sergipe, com 58,1 homicídios/100 mil habitantes; Alagoas, 52,3/100 mil; Ceará, 46,7/100 mil; Goiás, 45,3/100 mil; Pará, 45/100 mil; Rio Grande do Norte, 44,9/100 mil; Pernambuco, com 41,2/100 mil etc.

Por outro lado, o relatório de 2016 do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal do México registra 19 cidades brasileiras dentre as 50 mais cidades mais violentas do mundo. A única cidade do Estado do Rio que figura na lista, entretanto, é Campos dos Goytacazes, em 19º lugar, com 56,4 homicídios por 100 mil habitantes.

A lista inclui Natal, Belém, Aracajú, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Salvador, Maceió, Recife, João Pessoa, São Luís, Fortaleza, Teresina, Cuiabá, Goiânia, Macapá, Manaus, Vitória e, em 49º lugar, a Curitiba dos fascistas da Lava Jato, com 34,9 homicídios por 100 mil habitantes.

Além destes 2 estudos – um nacional e outro estrangeiro – também tem muito valor a informação da presidente do Instituto de Segurança do Rio, Joana Monteiro, de que “não houve nenhuma explosão de violência no Rio durante o carnaval” [entrevista ao Estadão] que justificasse a intervenção.

Ela sustenta com dados que o número de ocorrências no período do carnaval de 2018 se equiparou a 2017, e é quase metade das ocorrências dos carnavais de 2015 e 2016.

Apesar disso, Temer e a Rede Globo enxergam na situação do Rio as “metástases” que não diagnosticam nos demais estados brasileiros em condição bastante mais crítica.

Ora, se pelo critério epidemiológico não haveria a menor justificativa para a medida, o que então explica a decisão da camarilha do Temer, que até já recebeu aplausos de juízes do STF, mesmo que a medida seja inconstitucional, porque carente de fundamento técnico-social e de consulta prévia ao Conselho da República?

O general designado interventor, Walter Souza Braga Netto, antítese do falastrão ministro da Defesa, respondeu magistralmente a esta pergunta com apenas 2 palavras: “muita mídia”, disse ele, comentando que a situação do Rio não é tão crítica como se tem noticiado. Ou, de outra maneira: não difere da realidade de décadas.

Mais além do agendamento histérico-midiático produzido pela Globo, que é verdadeiro e concreto, qual o real interesse por trás dessa equivocada e perigosa decisão, nunca antes adotada?

Especula-se que serviria como álibi para a camarilha não votar [e não ver derrotada] a reforma da previdência, uma vez que a Constituição proíbe mudanças constitucionais sob a vigência de decreto de intervenção federal. Isso, contudo, é mera consequência; é muito, mas muito pouco provável que tenha sido o fator determinante para a medida.

Outra hipótese é de que intervenção teria sido pensada como cartada política para turbinar candidaturas do bloco dominante explorando demagogicamente a agenda da segurança. É possível que sim, porém improvável, porque os riscos de fracasso suplantam muito a expectativa de êxito.

Em questão de dias o cenário ficará desanuviado, e então o enigma poderá ser decifrado. Não se pode menosprezar, todavia, que a intervenção no Rio abre uma janela de oportunidade para o endurecimento autoritário do regime de exceção, com a adição do componente militar à ditadura jurídico-midiática que domina o país.

A intervenção no Rio não caracteriza o fechamento do regime, mas poderá significar, se isso for necessário para interditar a vitória do Lula ou do candidato que ele ajudar a eleger na eleição de outubro próximo.

Seja por puro acaso, por sorte ou por planejamento estratégico, a verdade é que a oligarquia golpista pode ter adicionado um novo ingrediente ao cardápio de opções para perpetuar o golpe.

Brasil 247

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