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SIMECAT lança campanha salarial da John Deere e exige redução de jornada de trabalho

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A principal pauta de reivindicações das centrais sindicais para este ano é a votação da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Em discussão na Câmara dos Deputados desde 1995, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231/95 está até hoje em condições de ser votada em primeiro turno pelo Plenário. Desde então, já houve 12 requerimentos de inclusão da proposta na Ordem do Dia.

Além de reduzir as horas trabalhadas, o texto propõe também a elevação da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora normal, e dá outras providências. A última redução da jornada de trabalho ocorrida no País foi na Constituição de 1988, quando as horas trabalhadas passaram de 48 para 44 horas semanais.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão (SIMECAT) também luta por esse benefício que, inclusive, entrou em pauta de negociação salarial dos trabalhadores da montadora John Deere, durante assembleia geral realizada no dia 14 de abril.

A aprovada por todos os trabalhadores da empresa o SIMECAT deu início a campanha salarial 2014 com o título: “Trabalhador Unido só Marca Gol de Placa”. O slogan é alusivo à Copa do Mundo que será realizada na segunda quinzena do mês de junho desse ano no Brasil.

A campanha reivindica, segundo o sindicato, 15% de reajuste salarial, aumento do vale alimentação para R$ 350,00, fim do banco de horas, a tão sonhada redução das horas trabalhadas e vários outros benefícios.

 

Mobilização

 

A mobilização dos trabalhadores da John Deere começou antes mesmo do lançamento oficial da campanha. Na manhã do dia 14, houve uma caminhada pelo distrito industrial seguida de uma paralisação na porta da fábrica. Uma grandiosa assembleia foi realizada com a presença da Força Sindical Goiás, dos Sindicatos dos Metalúrgicos de Horizontina/RS e Montenegro/RS, cidades que abrigam unidades da empresa, Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda/RJ e representantes da CNTM/Força, CNM/CUT e DIEESE. (Fonte: SIMECAT).

 

Por: Gustavo Vieira/Foto: SIMECAT

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Região Sudeste de Goiás tem boa participação na paralisação nacional das Prefeituras

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A paralisação nacional das Prefeituras, realizada no dia 11 de abril, mobilizou milhares de prefeitos em todo o país. Em Goiás, cerca de 100 nomes cruzaram os braços por um período de 24 horas e serviços essenciais de saúde, limpeza urbana, educação e emissão de documentos, entre outros, foram preservados em suas localidades.

As prefeituras continuam a reivindicar o aumento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios, que é parte do dinheiro arrecadado com impostos e passado pelo governo federal aos municípios mensalmente.

Os chefes do Executivo Municipal se encontraram na Praça do Trabalhador, de onde partiram até a Praça Cívica, no Centro da capital. Curiosamente o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), não participou da programação.

De acordo com a Associação Goiana de Municípios (AGM) e a Federação Goiana de Municípios (FGM), as prefeituras enfrentam crise financeira em razão da concentração de recursos tributários pela União.

No Sudeste do Estado (Estrada de Ferro) vários prefeitos foram ao encontro, sendo de: Anhanguera; Corumbaíba; Cumari; Cristinópolis; Gameleira de Goiás e Ipameri; de acordo com a AGM. Já a FGM listou Leopoldo de Bulhões; Nova Aurora; Ouvidor; Orizona; Palmelo; Pires do Rio; Santa Cruz de Goiás; Silvânia; São Miguel do Passa Quatro; Santa Cruz de Goiás; Três Ranchos; Urutaí e Vianópolis.

Em recente entrevista Romário Vieira da Rocha (PR), prefeito de Corumbaíba, empossado presidente da Associação Municipalista do Sudeste Goiano a menos de um mês, disse que apenas Catalão tem boa arrecadação na região e por isso tem condições de “andar com as próprias pernas”. Isso talvez explique o porquê de o prefeito Jardel Sebba (PSDB) não ter comparecido à mobilização.

As cidades de Campo Alegre de Goiás, Davinópolis e Goiandira não foram representadas.

 

Por: Gustavo Vieira

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Vox Populi: Dilma segue favorita para vencer no 1º turno

Pesquisa Vox Populi/CartaCapital realizada entre os dias 6 e 8 de abril revela um cenário estável para a Dilma Rousseff a cerca de três meses do início da campanha eleitoral. A presidenta oscilou um ponto negativo em relação ao último levantamento, em fevereiro, e aparece como a candidata favorita de 40% dos eleitores. Juntos, os adversários somam 26% das intenções de voto.

O cenário para a sucessão, portanto, praticamente não se alterou nos dois últimos meses, apesar do mau humor com a economia e da crise na Petrobras, alvo de embates por uma CPI no Congresso.

Em segundo lugar na pesquisa, o tucano Aécio Neves também oscilou um ponto para baixo. Em fevereiro, era lembrado por 17% dos eleitores. Hoje aparece com 16%. Eduardo Campos (PSB), que durante a semana anunciou a ex-senadora Marina Silva como a pré-candidata a vice em sua chapa, soma 8% (tinha 6% há dois meses). O Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC, tem 2%.

Os pré-candidatos Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (Psol), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Votos brancos ou nulos somam 15%. O número de eleitores que não sabem em quem votar ou que não responderam a pesquisa é de 18%.

Nesta quinta-feira (17) serão divulgados todos os detalhes da pesquisa Vox Populi/CartaCapital.

Para a pesquisa, o instituto ouviu 2.200 eleitores em 161 municípios. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais.

Fonte: CartaCapital

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OLIMPÍADAS DO RIO VÃO CUSTAR R$ 36,7 BILHÕES

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O orçamento das Olimpíadas Rio 2016 está previsto, atualmente, em R$ 36,7 bilhões, sendo cerca de 60% recursos da iniciativa privada. Os números foram apresentados hoje (16) pelos governos municipal, estadual do Rio e federal no Forte de Copacabana.

A Matriz de Responsabilidades, que envolve projetos que não seriam feitos se não fosse as Olimpíadas, como os equipamentos esportivos, chegam a R$ 5,6 bilhões, sendo R$ 4,18 bilhões da iniciativa privada. Já os R$ 7 bilhões do custo operacional das Olimpíadas vem todo dos patrocinadores, para cobrir custos como hospedagem e alimentação dos atletas.

Somente de legado para a cidade, estão previstos investimentos de R$ 24,1 bilhões. No plano apresentado hoje, foram excluídos projetos já entregues, como os BRTs Transoeste, em funcionamento desde junho de 2012, e a Transcarioca, que fica pronto em 30 dias.

“Legado para a gente não é um estádio bonito que vai ser desmontado depois. Legado para a gente é o que fica para a população. Você tem equipamentos esportivos que ficam para depois, como o centros de treinamento, que terão uma função esportiva. O bom da história é que naquilo que é mobilidade, infraestrutura urbana, você não tem uma reclamação do COI [Comitê Olímpico Internacional], o legado vai muito bem”, disse o prefeito Eduardo Paes.

A prefeitura é responsável por 14 projetos, em um total de R$ 14,3 bilhões, sendo 64% (R$ 9,2 bilhões) dos recursos privados, 28% (R$3,9 bilhões) municipais e 8% (R$1,2 bilhão) federais. Há dinheiro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e também de parcerias público privadas (PPPs).

Na área de mobilidade, a prefeitura ficou responsável pelo VLT do Porto, o BRT Transolímpica, a ligação entre o BRT Transoeste e a Linha 4 do metrô e a duplicação do Elevado do Joá e das avenidas Salvador Alende e Abelardo Bueno. Na área ambiental, está sendo feita a macrodrenagem da baixada de Jacarepaguá e o saneamento da bacia do Rio Marangá, na zona oeste. No quesito renovação urbana, as obras incluem o Porto Maravilha, toda feita em PPP, o controle de enchentes da Grande Tijuca e a requalificação do entorno do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão. Em último, a prefeitura vai transformar a arena de handebol, que será construída em estrutura modular, em quatro escolas.

O governo estadual vai investir, no total, R$ 9,7 bilhões em dez projetos de legado, o principal deles é a Linha 4 do metrô, que recebe R$ 8,79 bilhões. Os R$ 1,2 bilhões de capital privado nos projetos do estado são para o metrô. Também em mobilidade, serão renovadas as estações de trem próximas aos principais espaços olímpicos. Na área de meio ambiente, foi apresentado o programa de ecobarreiras e ecobarcos que evitam que o lixo flutuante chegue à Baía de Guanabara e ajudam na coleta desse material, além de saneamento e dragagem na zona oeste.

De acordo com o governador Luiz Fernando Pezão, o projeto de sanear 80% da baía até 2016 não está nos planos de legado, mas continua a ser executado. “Vamos continuar a fazer obras para a despoluição da Baía de Guanabara, desde o fechamento do lixão de Gramacho, até troncos coletores ao redor da baía, estamos fazendo obras em São Gonçalo. Temos um recurso do BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] para projetos que estamos licitando, obras que estamos liberando no Tribunal de Contas do Estado e da União também. São obras permanentes, que passarão de 2016, que os recursos já estão contratados dentro da Secretaria do Ambiente”.

A esfera federal envolve três projetos, no valor total de R$ 110 milhões. O principal é a construção e estruturação do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem, dentro do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De acordo com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, a melhoria dos aeroportos não foi incluída no plano de legado.

“Nós precisamos dividir o legado entre a parte que é consequência exclusiva dos Jogos Olímpicos, obras que só seriam executadas por causa das Olimpíadas. A outra parte é a antecipação das obras já planejada, que seriam executadas com Jogos Olímpicos ou sem, com Copa ou sem Copa. Algumas são obras do PAC antecipadas para apoiar e facilitar a realização desses grandes eventos. Nós incluímos as obras aeroportuárias nas obras planejadas para atender a necessidade da expansão da demanda nacional por serviços aeroportuários”, disse o ministro.

Os orçamentos serão revistos, pois ainda há projetos a serem contratados, como a construção do Parque Olímpico de Deodoro, que deve ter a licitação publicada amanhã, segundo o prefeito Eduardo Paes.

Brasil 247

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Reforma política é essencial para o Brasil, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (16), na 42ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que a reforma política é essencial para o Brasil. Segundo a presidenta, para que seja aprovada e implementada uma reforma efetiva, é necessário que a população se engaje, e não apenas o governo.

“Trata-se de atualizar o sistema político brasileiro à realidade econômica e social do país, mas, sobretudo, assegurar que o sistema político crie instituições práticas e condições de fazer política que garantam a participação da população e, de outro lado, instituições que permitam o respeito ao dinheiro público”.

Para a presidenta, para que seja aprovada e implementada uma reforma política efetiva, é necessário que a população se engaje.

“Se quisermos reforma efetiva, temos todos nós que nos engajar nessa proposta, algo que nenhum de nós abra mão, não só o governo. Em alguns momentos, o governo não tem correlação de forças para aprová-las, e para isso é óbvio que a sociedade nas diferentes instâncias tem de se manifestar”.

Fonte: Blog do Planalto

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Juiz aceita denúncia contra 19 envolvidos no mensalão do DEM

O juiz Atalá Correia, da 7ª Vara Criminal do Disitrito Federal, recebeu denúncia contra 19 acusados de envolvimento no suposto esquema de corrupção conhecido como mensalão do DEM. A denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios é resultado da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. Os réus são acusados dos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

 

 

 José Roberto Arruda e de seu vice, Paulo Octávio. José Roberto Arruda e de seu vice, Paulo Octávio.

A descoberta do suposto esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de propina entre integrantes do Executivo e do Legislativo local resultou na saída do então governador José Roberto Arruda e de seu vice, Paulo Octávio (ambos do DEM). O processo entra agora na fase de instrução, quando a defesa é apresentada pelos advogados dos envolvidos.

O processo começou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2009, mas a ação penal foi desmembrada para a Justiça do Distrito Federal. Os ministros entenderam que somente investigados com prerrogativa de foro deveriam ser julgados pelo STJ.

Fonte: Agência Brasil

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Hoje na História…

hoje

1904
Fundação do Bangu Atlético Clube, primeiro clube de futebol proletário.
1961
Fracassa invasão de Cuba por anticastristas.
1965
Diante da Casa Branca, cerca de 15.000 americanos protestam contra intervenção no Vietnam.
1970
Apolo 13 pousa no oceano Pacífico, com seus três tripulantes a salvo, depois da explosão de um tanque de oxigênio.
1971
Egito, Líbia e Síria anunciam o acordo para a criação da Confederação das Repúblicas Árabes.
1971
Vietnam do Sul quer buscar medidas que coloquem fim à guerra, sem pensar numa vitória militar.
1973
EUA bombardeiam bases no Laos, apesar do acordo de cessar-fogo firmado pelo Laos e o movimento nacionalista do Pathet Lao.
1973
Tropas filipinas atacam Mindanao.
1974
William E. Simon é nomeado secretário do Tesouro dos Estados Unidos, em substituição a George P. Shultz, que renunciou.
1980
O príncipe Charles proclama a independência do Zimbábue (antiga Rodésia).
1986
No terceiro dia da greve estudantil, a polícia e o Exército do Chile invadem duas universidades em Santiago e prendem 451 estudantes.
1990
Fundação Carnegie para a Paz Internacional acusa Brasil de contrabando nuclear.
1997
Milhares de pessoas de diversas cidades do Brasil, saem às ruas em passeata lideradas pelo MST, para pedir a reforma agrária.
2004
Ataque aéreo israelense em Gaza mata o líder do grupo terrorista palestino Hamas, Abdel Aziz Rantisi.
2004
Partido do ex-presidente Nelson Mandela vence eleições na África do Sul.
2009
GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS ACEITA QUE CO2 É POLUENTE.
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