Categories: Sem categoria

Alô Luziânia…

Spread the love

Operação Curto-Circuito: envolvidos em fraude a licitações em Luziânia são acionados por improbidade

Malotes apreendidos na operação: ação em Luziânia aponta ato de improbidade

O promotor de Justiça Julimar Alexandro da Silva propôs ação civil pública contra três empresas e sete pessoas envolvidas em fraudes de licitações para compra de materiais elétricos e para prestação de serviços de iluminação pública no município de Luziânia. A ação é um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada pelo Ministério Público de Goiás em abril de 2013, com apoio das Polícias Civil e Militar, e que resultou na denúncia criminal oferecida contra 5 empresas e 12 envolvidos no esquema. Na época, eles foram denunciados por formação de quadrilha e fraude em licitações em 43 municípios do Estado.

Neste caso em Luziânia, respondem pela prática de atos de improbidade administrativa as empresas Iluminar Materiais Elétricos, Ultrawatts Materiais Elétricos Ltda. e Irriga Máquina e Iluminação Ltda., além de Antônio Carlos Sousa, Jane Paulo de Assis, José Gomes dos Santos, José Renato Chaves, Marcelo Martins, Paulo Márcio Teixeira Cascão e Sérgio Augusto Vital Ferreira Brandão.

Estas mesmas empresas e pessoas também foram acionadas pela Promotoria de Justiça de Novo Gama, pela prática de improbidade administrativa, e denunciadas criminalmente pelo Ministério Público do Tocantins por fraude em licitações, a partir do cruzamento de informações da operação realizada em Goiás.

O esquema em Luziânia
Em relação ao município de Luziânia, apurou-se que, para participar de procedimentos licitatórios e contratar com o poder público, os acionados apresentaram certidão fazendária estadual de débito inscrito em dívida ativa falsa em nome da empresa Iluminar.

O município contratou as empresas Irriga, Iluminar e Ultrawatts, pertencentes ao mesmo grupo, mediante fraude ao procedimento licitatório. Conforme explica o promotor, houve conluio entre essas empresas para monopolizar o fornecimento de materiais elétricos para a prefeitura, frustrar a concorrência nas licitações, viabilizar o desvio de dinheiro público e causar prejuízo aos cofres públicos.

Para isso, José Renato Chaves, apontado como o mentor do grupo, utilizava-se de funcionários para figurar como sócios das empresas, simulando concorrência. O esquema incluía substabelecimentos e representações irregulares.

Na ação, o MP requer a condenação dos acionados pela prática dos atos de improbidade administrativa, conforme a Lei n° 8.429/1992, com aplicação também das sanções previstas na Lei Anticorrupção Empresarial, no que dispõe sobre a responsabilização judicial de empresas por atos lesivos à administração pública nacional. (Texto: Cristiani Honório – Foto: João Sérgio/Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Blog do Mamede

Recent Posts

Seu Sistema seu negócio, sem complicação

https://seusistemaseunegocio.com.br

4 semanas ago

Governo anuncia novas medidas para coibir preços abusivos dos combustíveis

Governo anuncia novas medidas para coibir preços abusivos dos combustíveis   Distribuidoras deverão informar semanalmente…

2 meses ago

Sindicato Metabase Está Com Nova Presidência

COMUNICADO ÀS EMPRESAS Alteração na Presidência do Sindicato Metabase ​O Sindicato Metabase de Catalão e…

2 meses ago

Acompanhe o Podcast “Conexão das 18h” Aquele Bate Papo Com o Secretário de Meio Ambiente José Eduardo

https://www.youtube.com/watch?v=JPIl8suQpe8&list=PLU7EHq4fmk62WyLxYihJgBKgJP0nCbK8p&index=12

2 meses ago

Vitória do Irã sobre a guerra neocolonialista de Trump tem alcance mundial

Vitória do Irã sobre a guerra neocolonialista de Trump tem alcance mundial Guerra neocolonial e…

2 meses ago

Acompanhe aqui O Podcast “Conexão das 18h” Bate Papo Com o Superintendente de Trânsito Ronaldo Rosa

https://www.youtube.com/watch?v=awCEN1cUkWY&list=PLU7EHq4fmk62WyLxYihJgBKgJP0nCbK8p&index=11

2 meses ago