A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) afirma a partir de estudo realizado no mês de março desse ano que os brasileiros ficaram, em média, mais de 18 horas sem energia elétrica em 2012, ou seja, quase três horas a mais do que estabelece como limite por ano. O consumidor ficou, também, mais vezes sem luz: 13,18 vezes, em média, quando o permitido seria 11,10 vezes.
O relatório da agência denuncia as empresas de energia que mais trouxeram prejuízos de diversas naturezas à população de várias partes do país. O estudo segundo a Aneel não traz prejuízos às companhias, mas exige das mesmas que elas repassem aos consumidores compensações na conta de luz.
A Aneel estipula que a compensação é automática e deve ser paga em até dois meses após o mês de apuração do indicador, quando ocorreu a interrupção, e as informações têm que estar na conta de energia.
Diante disso mais uma vez tratamos do fruto da incompetência do Governo do Estado nos últimos – a Celg. A Companhia Energética de Goiás foi à terceira do país que mais repassou a tal compensação a seus clientes, somando R$ 52,7 milhões. A líder em indenizações é a Centrais Elétricas do Pará S.A. – Celpa, que pagou R$ 67,07 milhões; seguida pela Light, no Rio de Janeiro, que devolveu R$ 46,5 milhões aos consumidores.
Mas o indicador que mostra em horas as dez maiores empresas de energia do país que mais deixaram seus consumidores às escuras aponta a Celg em quarto lugar com 35 horas, isso, somando o tempo de duração de todos os apagões em 2012.
A Celpa lidera também esse ranking com 102 horas. A Eletrobrás Amazonas Energia (AME) ocupa a segunda colação com 65 horas. A Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins) vem logo atrás com 38 horas.
No ano passado, em média, o brasileiro ficou sem energia 18 horas e 39 minutos, quanto que o permitido pela Aneel e de apenas 15 horas e 52 minutos.
Todas as concessionárias de energia alegam que os fatores que prejudicam o fornecimento de energia são principalmente climáticos – raios, chuvas, ventos, quedas de árvores, queimadas naturais – e até eventuais – queimadas criminosas, acidentes de trânsito e muitos outros.
Caso seja lesado moral ou financeiramente pela falta de energia elétrica o consumidor deve dirigir-se primeiramente a sua concessionária de distribuição; não obtendo resposta à sua solicitação, ou se a solução apresentada não for satisfatória, poderá recorrer à Agência Estadual Conveniada (Celg em Goiânia), em persistindo os problemas, à ANEEL deve ser comunicada através do telefone/fax 167 ou www.aneel.gov.br. O PROCON também pode intervir nesses casos.
Por: Gustavo Vieira com informações da Annel e do Bom dia Brasil
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