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Agressão contra professores II…

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Professores e polícia entram em confronto durante votação na Alep

A votação em segundo turno do projeto de lei que promove mudanças no custeio do Regime Próprio da Previdência Social dos servidores estaduais – a ParanaPrevidência – começou tumultuada nesta quarta-feira (29) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Desde o início da sessão dentro do Plenário, que começou por volta das 15h, há confronto entre a Polícia Militar (PM) e os professores, que são contra a votação do projeto. A categoria está em greve desde sábado (25) e milhares de alunos estão sem aula. Pelo menos 100 pessoas estão feridas, segundo a Guarda Municipal. Desses, 42 precisaram de atendimento médico.

 Às 16h, milhares de manifestantes tentavam ultrapassar a barreira humana feita pelos policiais para poder acompanhar a sessão. A polícia usou bombas de efeito moral e spray de pimenta e gás lacrimogêneo, de acordo com os manifestantes.

A aprovação das mudanças, em primeiro turno, ocorreu em uma sessão na tarde de terça-feira com 31 votos favoráveis e 20 contrários. O projeto de lei muda a fonte de pagamento de mais de 30 mil beneficiários para o Fundo Previdenciário.

Com isso, o governo deixa de pagar sozinho essas aposentadorias e a divide a conta com os próprios servidores, já que o fundo é composto por recursos do Executivo e do funcionalismo.

A medida cria uma economia de R$ 125 milhões mensais ao governo.
Servidores são contra a medida. Eles alegam que a mudança comprometeria a saúde financeira da ParanaPrevidência, ou seja, faria que com o tempo a instituição tivesse mais a pagar do que a receber.

Governo diz que mudança garante o futuro
O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) disse que o projeto de lei que está em votação na Assembleia Legislativa é viável e que garante solidez e equilíbrio do ParanaPrevidência. Além disso, o governdor garante que não haverá nenhum prejuízo aos servidores estaduais.

Richa afirma que não há motivo para que os professores da rede estaudal entrarem em greve. Para ele, as críticas em relação as propostas tem cunho político e são maldosas.

O governo estadual afirma ainda que o  projeto não altera em nada o pagamento dos proventos para aposentados e pensionistas. Argumenta que o estado continuará arcando, mensalmente, com R$ 380 milhões para os benefícios de servidores civis e militares.

G1

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