Depois de algumas especulações sobre o Clube Recreativo Atlético Catalano (Crac) não participar do Campeonato Brasileiro da Série D 2015, a Confederação Brasileira de Futebol, CBF, divulgou no dia 13 de maio a tabela da competição nacional e pôs fim ao mistério: o Leão do Sul foi sim escalado para a competição.
Tendo amargado péssima participação nos torneios que travara nos últimos três anos, o time catalano integra o grupo A6 junto com Gama (DF), Villa Nova (MG), Duque de Caxias (RJ) e Botafogo (SP). Os jogos começam no dia 12 de julho, e neste mesmo dia o Crac estreia na competição nacional contra o Villa Nova de Minas Gerais.
A primeira fase do campeonato segue até dia 13 de setembro e tem 10 rodadas. Na etapa seguinte (segunda fase), os 16 classificados (dois de cada grupo) se enfrentam em fase eliminatória até a final em partidas de ida e volta. Os quatro que chegarem às semifinais terão vaga garantida para a série C de 2016. A grande decisão acontece dia 15 de novembro.
Dividas
“Ainda não é certo a participação do Crac no Brasileirão, embora o time tenha sido escalado pela CBF. Temos até a próxima quarta-feira (27/5) para definirmos isso, e se os recursos financeiros não forem atrativos nós vamos desistir e não seremos penalizados por isso”, disse o presidente do clube, Helder Castro.
Segundo Helder, a situação do Leão ainda muito é difícil e as dividas que giram em torno dos R$ 5 milhões continua sendo o principal problema. Ele contou que cerca de R$ 30 mil/mês são depositados em uma conta na Justiça para a quitação de débitos com jogadores referentes aos anos de 2013 e 2014, e que mais processos trabalhistas podem vir a dificultar essa realidade. “Para se ter uma ideia, fizemos dois acordos recentemente que somam R$ 617 mil. Pelo menos a folha do último Goianão foi quitada”, observou.
O Campeonato Brasileiro Série D terá quatro meses de duração e Helder disse que R$ 200 mil no mínimo garante a participação do Crac. “Como eu disse ainda estamos vendo isso, porque se não for interessante a ajuda que a prefeitura prometeu e também os patrocínios da empresas locais, é melhor não jogar o torneio. Estamos estudando as contratações, analisando jogadores e temos pouco tempo.” Ele reclamou ainda que os empresários que sempre colaboraram com o Crac, não estão mostrando interesse em ajudar agora. “Eu acredito que vamos jogar o Brasileirão sim”, acrescentou.
Mesmo com o pagamento fracionado de grande parte de suas pendências financeiras, o Leão ainda corre o risco de perder seus bens também para o pagamento de empresas. Helder contou que a qualquer momento a bomba d’água do poço artesiano do estádio Genervino da Fonseca pode ser reavido por uma empresa pelo não pagamento do equipamento, assim como outras posses podem ter o mesmo destino. No início do ano anterior a Justiça colocou parte de seu patrimônio como garantia para a quitação de dividas de toda ordem.
Por: Gustavo Vieira
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