O distritão, alegam os cientistas políticos, estimularia o personalismo e enfraqueceria os partidos políticos. Ainda segundo o manifesto, com o modelo em discussão, poderão ser desconsiderados milhões de votos, pois serão válidos apenas os dos eleitos.
O manifesto ainda denuncia o encarecimento das campanhas eleitorais. De acordo com os cientistas, a falta de cooperação dentro do partido obrigará mais investimentos na exposição individual de um único candidato, facilitando o surgimento de oligarquias regionais.
Na mesma proporção, segundo o protesto, diminuirá a qualidade da representatividade política, ao proporcionar melhores condições de vitória aos concorrentes sem experiência parlamentar como artistas e esportistas de grande exposição midiática.
Segundo a ABCP, o modelo interessa a certos segmentos da classe política profissional com maior disponibilidade de recursos financeiros para investir na campanha de uma única pessoa.
Fonte: Agência PT de Notícias
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