Durante o evento, a embaixada do Brasil na França vai abrir suas portas para acolher uma série de encontros. Esse calendário paralelo ao da COP terá como objetivo divulgar e explicar qual será a contribuição voluntária do Brasil para iniciativas de preservação do clima envolvendo pecuária, meio ambiente, agricultura, minas e energia, entre outros.
Em setembro, em evento paralelo à 70ª Assembleia Geral da ONU, a presidenta Dilma Rousseff anunciou o objetivo do País de reduzir em 37% as emissões de gases causadores do efeito estufa até 2025, e em 43% até 2030.
A presidenta já havia anunciado, durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, os compromissos de zerar o desmatamento ilegal e reflorestar 12 milhões de hectares até 2030.
Essas são algumas das iniciativas que serão apresentadas na embaixada brasileira.
Motivação
Para o embaixador, Paulo Cesar de Oliveira Campos,, a COP terá uma importante perspectiva de negociação, já que envolverá a participação da maioria dos países do planeta. “Todos os envolvidos terão a responsabilidade de elaborar um documento multilateral definindo ações efetivas para preservação do clima”.
“Nosso principal objetivo é motivar as pessoas a se envolverem nos projetos que o Brasil já tem e servir como exemplo para todos. Podemos citar o Cultivando Itaipu, Bolsa Verde e outros que tratam, por exemplo, da qualidade da água, preservação do solo, emissão de gases, melhoria das emissões industriais, entre tantos outros”, explicou Campos.
Ações
Para o Brasil, a importância de tomar ações na área de mudança do clima está associada à necessidade de reorientar o projeto de desenvolvimento nacional, levando em conta os interesses e as necessidades sociais, econômicas e ambientais do País.
Isso envolve a definição de ações transversais em áreas de vital importância, que afetam diretamente o desenvolvimento, e que requerem qualidade e competitividade. Essas ações incluem os setores de infraestrutura, da produção agropecuária, de energia e indústria, do uso da terra e de planejamento urbano, entre outros.
Segurança
Com relação ao reforço na segurança em Paris, o embaixador lembra que a importância da COP não pode diminuir.
“A COP tem que acontecer para o bem do planeta. A COP vai acontecer e todas as atenções estarão voltadas para seus debates, plenárias e negociações. Há muita expectativa para que desse grande encontro saia um documento ousado que realmente consiga eliminar a ameaça que nós temos de que nosso meio ambiente se transformará em algo ruim para a humanidade”, concluiu.
Blog do Planalto
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