Ao reconhecer a indicação geográfica das aguardentes, o “Acordo Cachaça-Tequila” assegura a proteção dos dois países contra a concorrência de produtos que queiram se beneficiar indevidamente da reputação dessas bebidas.
“O acordo contribui também para a expansão do reconhecimento mundial da cachaça e da tequila como indicações geográficas do Brasil e do México”, disse a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Tatiana Palermo.
Em 2015, segundo dados do Conselho Regulador da Tequila, o valor das exportações de bebida mexicana ao Brasil alcançou a cifra de US$ 8 milhões (1,3 milhão de litros). Em contrapartida, as exportações de cachaça ao México totalizaram apenas US$ 65 mil (40 mil litros).
As negociações, iniciadas em maio de 2015, durante viagem da presidenta Dilma Rousseff ao México, foram finalizadas em visita esta semana ao país dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
O acordo prevê ainda que será criado um grupo de trabalho para acompanhar sua implantação. Segundo a Secretaria de Economia do México, o grupo deve tratar sobre questões como a presença de produtos que utilizem as denominações cachaça e tequila de maneira equivocada nos dois países. Ainda de acordo com o governo mexicano, o acordo entrará em vigor “conforme os procedimentos legais previstos nos dois países”.
Agência Brasile Portal Brasil
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