Apesar da greve dos policiais civis do estado de Goiás não ter previsão para terminar, o caso da estudante Priscila Brenda, desaparecida há pouco mais de um ano, deve ser concluído ainda este mês. A garota, então com 14 anos, desapareceu no dia 11 de dezembro de 2012 perto de sua casa, no distrito de Pires Belo, a cerca de 30 quilômetros de Catalão.
De acordo com os levantamentos da polícia civil, as suspeitas são de que a adolescente tenha sido morta e seu corpo ocultado. Os acusados de terem cometido o crime são: Paulo Vitor Azevedo, de 19 anos, namorado de Brenda, e seu amigo Claudiomiro Azevedo Júnior, de 25 anos.
Segundo a delegada no caso, Alessandra Maria de Castro, os dois negam as acusações, “mas as provas indicam que são os responsáveis pelo desaparecimento da menina. A Polícia Civil está perto de solucionar a questão, mas a greve da PC tem dificulto isso”. A reconstituição do desaparecimento de Priscila aconteceu no dia 25 de setembro e os rapazes não presenciaram o trabalho da polícia.
A mãe da jovem, Luciene Pereira da Silva, disse à nossa reportagem que não tem mais esperanças de reencontrar a filha viva, mas que gostaria que o corpo fosse encontrado para que pudesse realizar o enterro. “Assim acabaria um pouco da minha angustia”, completou.
Nesta terça feira, 10, uma missa realizada pela família da garota na Igreja Nova Matriz, em Catalão, celebrou o primeiro ano de seu desaparecimento.
Por: Gustavo Vieira/Foto: arquivo pessoal
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