Presidente do TSE (Superior Tribunal Eleitoral), o ministro Gilmar Mendes afirmou que abdicar da eleição indireta para presidente, caso a chapa Dilma-Temer seja cassada no julgamento que começa hoje no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não é uma opção; declaração rebateu afirmação de FHC de que isso geraria “mais confusão” no Brasil, um país “há muito tempo de pernas pro ar, mas [que] começa a assentar um pouco”.
As informações são de reportagem de Anna Virginia Balloussier na Folha de S.Paulo.
“‘Não tem outra alternativa a não ser cumprir a Constituição.’
O PSDB capitaneou o processo contra a chapa que uniu Dilma Rousseff e Michel Temer. Recuou, contudo, ao isentar Temer de irresponsabilidades cometidas ao longo da campanha.
O peemedebista, que abriga quatro tucanos em sua Esplanada, defende que recaia sobre a ex-aliada petista as supostas irregularidades da parceria PT-PMDB na eleição.
Em entrevista à agência “Reuters” no mês passado, Mendes levantou a hipótese de que Temer continue no Planalto ainda que tenha seu mandato cassado.
Caso mantenha seus direitos políticos intactos, ele poderia ser escolhido por parlamentares na eleição indireta.”
Brasil 247
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