Na comparação com o levantamento anterior, de abril, há uma aumento de 5% na rejeição (75% para 80%), sendo que a pesquisa foi realizada alguns dias antes da divulgação do acordo de delação de Joesley Batista, da JBS.
Além disso, o levantamento também mostra que 93% das pessoas entrevistadas acham que o país está no caminho errado, uma elevação de 1% na comparação com a pesquisa anterior.
Dentro do ranking “Barômetro Político”, que mediu a popularidade de mais de 40 pessoas, entre políticos e personalidades, Temer só perde para Eduardo Cunha em termos de rejeição.
O ex-presidente da Câmara tem 88% de reprovação, e o presidente da República, 86%. Logo depois, aparecem os senadores Renan Calheiros (PMDB), com 80%, e Aécio Neves (PSDB) e Fernando Collor (PTC), empatados com 77%.
Entre os ex-presidentes, Luiz Inácio Lula da Silva tem a melhor avaliação, com 63% de rejeição e 33% de aprovação. Dilma Rousseff aparece com 73% de rejeição e 22% de aprovação, e Fernando Henrique Cardoso tem 70% de reprovação contra 12% de aprovação.
Já entre os tucanos, Aécio Neves tem a maior taxa de rejeição (77%), com aumento de 1% em relação à pesquisa anterior. Depois, aparecem José Serra, com 70%, e Geraldo Alckmin, que agora tem 64%. O prefeito paulistano João Doria aparece com 39% de rejeição e 16% de aprovação.
Entre outros possíveis presidenciáveis para 2018, Marina Silva conseguiu reduzir sua rejeição em seis pontos e agora tem 52% de desaprovação. Jair Bolsonaro tem 50% de reprovação e 14% de aprovação, enquanto Ciro Gomes aparece com 48% de rejeição e 13% de aprovação.
As personalidades mais bem avaliadas na pesquisa são dois nomes do Poder Judiciário: o juiz federal Sérgio Moro e o ex-ministro Joaquim Barbosa, com 69% e 43% de aceitação, respectivamente.
Ainda no Supremo, Cármen Lúcia tem 30% de aprovação, enquanto Gilmar Mendes tem 44% de desaprovação e 3% de aceitação.
Do lado do Ministério Público Federal, o procuradora-geral da República Rodrigo Janot tem 36% de rejeição e 20% de aprovação, e Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Operação Lava Jato, tem 25% e 12%, respectivamente.
Também foram avaliadas a rejeição e aprovação de nomes do empresariado nacional, como Jorge Paulo Lemann (20% e 6%, respectivamente); Abilio Diniz (19% e 12%, respectivamente); Guilherme Leal (17% e 7% respectivamente) e Luiza Trajano (17% e 8% respectivamente).
Foram entrevistadas 1.200 pessoas em 72 municípios brasileiros. Veja mais nos relatórios da Ipsos divulgados aqui e aqui.
Fonte: GGN
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