Os dois órgãos classificaram a portaria editada por Temer como ilegal por violar a Constituição e pediram a revogação da medida que altera as regras para a fiscalização do trabalho escravo.
Segundo o colunista do G1, Matheus Leitão, Dodge externou para Nogueira o motivo de o MPF e o MPT acreditarem que a portaria leva o país para um retrocesso no que diz respeito à político de combate ao trabalho escravo.
A portaria determina que só serão consideradas trabalho análogo à escravidão se houver restrição de locomoção do trabalhador. A fiscalização só poderá ser feita com a presença de policiais, mediante a boletim de ocorrência.
Além disso, a lista suja com o nome dos empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava será divulgada pelo ministro do Trabalho, e não mais pelo corpo técnico do ministério.
Portal Vermelho
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