Candidato a reeleição como senador por Roraima, Jucá foi líder do governo no Congresso desde que Temer assumiu a presidência, sendo um braço de Temer no golpe. Foi flagrado em conversa com um ex-diretor da Transpetro em que falou em “estancar a sangria da Lava Jato” e colocar Temer no poder.
Jucá é Temer na eleição e a sua escancarada proximidade com o ilegítimo se tornou prejudicial para suas pretensões políticas, afinal Temer amarga a maior rejeição da história de um presidente.
O motivo do desespero são as pesquisas de intenção de voto. De acordo com o Ibope em Roraima, para o Senado a candidata Angela Portela (PDT) tem 30%; Mecias de Jesus (PRB) está com 26%; e Romero Jucá (MDB) tem 25%.
Temer é figura mais evitada em palanques e está cada vez mais isolado no Palácio do Jaburu. Nem mesmo o seu candidato a presidente, Henrique Meirelles (MDB) , que foi seu ministro da Fazenda, o cita em campanha. Aliados, fazem um esforço para se descolar de sua imagem e Jucá tenta fazer o mesmo.
Na semana passada, o senador participou de uma reunião no Planalto sobre a imigração de venezuelanos e sugeriu que o governo fechasse temporariamente a fronteira do estado, apesar da decisão do Supremo.
Do Portal Vermelho
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