Veículos de diversos países noticiaram a vitória do ex-presidente sobre a extrema-direita e o desafio de resgatar a democracia brasileira no pós-Bolsonaro
O forte significado da vitória de Lula para além do Brasil ficou evidente na cobertura internacional ao resultado das eleições. Veículos de diversos países noticiaram a trajetória ímpar do líder operário nordestino de esquerda que, aliado a um ampla frente política e social, pela terceira vez ocupará a presidência da República após ter sido injustamente preso, pondo fim ao mandato da extrema-direita e resgatando a democracia.
O norte-americano The New York Times destacou em manchete: “Brasil elege Lula, ex-líder de esquerda, em desaprovação a Bolsonaro”, acrescentando que a vitória “completa um renascimento político impressionante” de Lula e “encerra o período turbulento” imposto pelo atual presidente.
O jornal francês Le Monde salientou que Lula “faz um retorno espetacular da prisão à presidência” e que receberá “um país dividido”. A publicação pontua as dificuldades que se colocam no horizonte e diz que a “fênix do Brasil terá que usar todo o seu talento para erguer o país das cinzas”.
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A agência chinesa Xinhua noticiou: “Lula eleito presidente do Brasil no segundo turno da mais polarizada eleição da história do país”. E completou: “Seu retorno ao poder agora confirmou seu papel como principal liderança política do Brasil no que vai deste século XXI e um dos estadistas mais respeitados do mundo”.
Já a manchete do britânico The Guardian dizia: “Lula encena retorno surpreendente para derrotar Bolsonaro de extrema-direita nas eleições brasileiras”. A reportagem apontava ainda que o petista “selou um retorno político surpreendente, derrotando o titular de extrema-direita Jair Bolsonaro em uma das eleições mais significativas e contundentes da história do país”.
Ao tratar do resultado eleitoral, o portal da BBC também noticiou o feito, destacando as diferenças entre o atual e o próximo presidente: “Lula é ex-líder sindical de esquerda e Bolsonaro é populista de direita e ex-capitão do Exército”. O site também lembrou a péssima condução da pandemia por Bolsonaro e a destruição da Amazônia, assunto que tem alarmado a comunidade internacional pelo significado que a floresta tem para a vida no planeta.
O espanhol El País destacou, em seu editorial, que “será o início de uma nova era” , acompanhada “pelo desafio de reconstruir um país gravemente fraturado”. O jornal escreveu, ainda, que “o governo de extrema-direita de Bolsonaro, em sua constante e perigosa polarização, deteriorou a qualidade democrática da maior economia da América Latina”.
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Outro periódico norte-americano a destacar a vitória foi o Washington Post, que estampou: “Lula derrota Bolsonaro e conquista terceiro mandato como presidente do Brasil”. E o Wall Street Journal noticiou que a chegada de Lula ao poder “solidifica a guinada da América Latina para a esquerda”.
Na Alemanha, o jornal Der Spiegel também noticiou a vitória e disse que muitos dos apoiadores de Lula o associam “ à era de ouro do Brasil”.Na vizinha Argentina, o Clarín destacou em seu noticiário que a vitória veio “no final de uma campanha agressiva, em um clima histórico de polarização e após uma contagem voto a voto”.
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