FRANÇA, GREVE GERAL, MACRON, PROTESTOS, REFORMA DA PREVIDÊNCIA
População e sindicatos não se rendem e voltam às ruas após impasse em conversa com primeira-ministra; mais de 11 mil policiais foram destacados para conter manifestações
Publicado pelo Portal Vermelho
Nesta quinta-feira (6), a população francesa novamente foi para as ruas protestar contra a imposição da reforma de Previdência pelo presidente Emmanuel Macron.
Este foi o 11º dia de protestos e foi marcado pela invasão do prédio da BlackRock em Paris – uma das principais gestoras de patrimônio do mundo – e pelo protesto em frente à cafeteria La Rotonde, que é frequentada pelo presidente Macron. O toldo da cafeteria foi alvo de um sinalizador e ocasionou um princípio de incêndio. Ambos os locais ficam em Paris.
O Ministério do Interior da França indicou que 11 mil policiais foram destacados para conter as manifestações.
Os atos retornaram após o insucesso das negociações entre sindicatos e a primeira-ministra Élisabeth Borne, na quarta-feira (5). Nenhum lado cedeu e esperam a decisão do Conselho Constitucional, que deve ocorrer em 14 de abril.
Os sindicatos exigem a retirada da Lei que traz como principal mudança o aumento da idade mínima para se aposentar de 62 para 64 anos.
A jornada anterior de protestos em 28 de março foi marcada por violência, prisões e mais de 13 mil agentes de segurança nas ruas, sendo 5,5 mil em Paris – principal foco dos protestos.
Veja a invasão da BlackRock registrada pelo jornalista francês Clément Lanot:
Protestos na La Rotonde:
Manifestantes em caminhada:
*Informações CNN, Clément Lanot/CLPress
População e sindicatos não se rendem e voltam às ruas após impasse em conversa com primeira-ministra; mais de 11 mil policiais foram destacados para conter manifestações
Publicado pelo Portal Vermelho
Nesta quinta-feira (6), a população francesa novamente foi para as ruas protestar contra a imposição da reforma de Previdência pelo presidente Emmanuel Macron.
Este foi o 11º dia de protestos e foi marcado pela invasão do prédio da BlackRock em Paris – uma das principais gestoras de patrimônio do mundo – e pelo protesto em frente à cafeteria La Rotonde, que é frequentada pelo presidente Macron. O toldo da cafeteria foi alvo de um sinalizador e ocasionou um princípio de incêndio. Ambos os locais ficam em Paris.
O Ministério do Interior da França indicou que 11 mil policiais foram destacados para conter as manifestações.
Os atos retornaram após o insucesso das negociações entre sindicatos e a primeira-ministra Élisabeth Borne, na quarta-feira (5). Nenhum lado cedeu e esperam a decisão do Conselho Constitucional, que deve ocorrer em 14 de abril.
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