A defesa do país contra a ameaça do “tarifaço” dos EUA em conluio com o clã Bolsonaro repercute positivamente para o governo, que reage a um cenário negativo que se ampliava
Publicado pelo Portal Vermelho
Parte da população brasileira tem despertado sobre quem realmente defende o Brasil e não faz conchavos com estrangeiros contra o país.
Dessa forma, o PoderData revela que a aprovação do presidente Lula melhorou nos últimos dois meses. Parte disso se deve à postura firme em defesa da soberania do país frente às ameaças de Donald Trump em conluio com o clã Bolsonaro.
A taxa de aprovação do governo Lula subiu 3 pontos percentuais no recente levantamento, feito de 26 a 28 de julho, e chegou a 42% – antes estava em 39% na pesquisa feita entre 31 de maio e 2 de junho. Assim, a avaliação positiva oscilou para fora da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais.
Enquanto a aprovação aumentou, a desaprovação caiu também em 3 pontos percentuais, indo de 56% para 53% entre as pesquisas. Com isso, o governo chega a uma diferença de 11 pontos percentuais entre aprovação e desaprovação, revertendo a tendência negativa que se ampliava até o levantamento anterior e chegou a 17 pontos percentuais.
Desde meados de 2024, quando a avaliação negativa superou definitivamente a positiva, a diferença só aumentava, o que já era motivo de preocupação para o governo.
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A análise feita sobre essa mudança a favor do governo Lula passa pela compreensão do modo como ele tem defendido o Brasil contra o sequestro da nação pretendido por Jair Bolsonaro, em prol de sua impunidade. Para tentar escapar da Justiça, Eduardo Bolsonaro tem se organizado junto a extrema direita norte-americana no sentido de impor sanções contra o próprio país em benefício do pai, Jair.
Esta nefasta elucubração que envolve o “tarifaço” e a perseguição dos ministros do Supremo Tribunal Federal não tem passado despercebido pela população, como apura a pesquisa.
Também é possível considerar que as ações do governo estão chegando efetivamente na população. Como Lula bem destacou no início deste ano, 2025 é considerado o “ano da colheita” após 24 meses em que o governo se dedicou muito para reconstruir o país, herdado destruído das mãos do inelegível Bolsonaro.
Prova desse esforço, que pode estar sendo reconhecido, é evidenciado pelo crescimento econômico sólido durante o mandato de Lula, somado a uma das menores taxas de desemprego da história e a ampliação de programas como o Bolsa Família, que mudam a história de muitas famílias.
Não à toa, o investimento em políticas sociais permitiu que, nos últimos dias, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) reconhecesse que o Brasil saiu do Mapa da Fome – vergonhosa posição em que o governo Bolsonaro colocou o país.
Grupos
A pesquisa também avaliou a aprovação do governo de forma estratificada entre sexo, idade, escolaridade e renda.
Entre as mulheres a aprovação e desaprovação empatam, cada uma com 47%. Já entre os homens a desaprovação é de 53%, enquanto a aprovação chega a 42%.
No recorte por idade, a melhor avaliação está no grupo entre 16 e 24 anos, em que 52% apoiam o governo e 45% desaprovam. Já a maior desaprovação fica com os que têm entre 45 e 59 anos, com 58% de desaprovação e 38% de aprovação.
Por região, o maior apoio se mantém no Nordeste, onde 50% aprovam o governo Lula e 47% avaliam negativamente. As maiores desaprovações estão no Sul (62%) e Centro-Oeste (61%). As aprovações nestas duas regiões são de 32% e 35%, respectivamente.
No que tange à escolaridade, o maior apoio vem dos que possuem ensino fundamental, 46% têm entendimento positivo contra 47% negativo. Entre os que possuem ensino superior, 60% desaprovam o governo.
Para a renda familiar, a maior aprovação está na faixa que recebe de 2 a 5 salários mínimos, 43% contra 56% que não aprovam. A maior rejeição, de 57%, está no recorte de quem recebe mais de 5 salários mínimos.
A pesquisa ainda trouxe a avaliação com base em quem os eleitores votaram para presidente em 2022. Entre os que afirmaram terem votado em Lula, 73% aprovam o governo e 24% não. Já entre os eleitores de Bolsonaro, 88% desaprovam a gestão e somente 9% avaliam como bom o trabalho.
A pesquisa PoderData, do grupo Poder360 Jornalismo, entrevistou 2.500 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 182 municípios nas 27 unidades da Federação.
Com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%, o levantamento é feito por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. Segundo os responsáveis, para se chegar ao grupo de pesquisa: “são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população”.
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