Com apoio total do Bolsa Atleta, seleção brilhou em Nova Déli com 44 medalhas, sendo 15 de ouro, e garantiu pela primeira vez o topo do quadro mundial
Publicado pelo Portal Vermelho
O Brasil fez história neste domingo (5) ao conquistar pela primeira vez o título geral do Mundial de Atletismo Paralímpico, disputado em Nova Déli, na Índia. A delegação brasileira encerrou a competição no topo do quadro de medalhas, somando 15 ouros, 20 pratas e nove bronzes, 44 pódios no total. A China, até então maior potência da modalidade, terminou em segundo lugar, com 13 ouros.
Todos os 50 atletas que representaram o país foram contemplados pelo Bolsa Atleta do Governo Federal. O resultado consolidou o Brasil como nova potência da modalidade e superou até mesmo a campanha dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, quando a equipe trouxe 36 medalhas, com dez ouros.
Ciclo promissor até Los Angeles 2028
“Quebramos o recorde de número de medalhas de ouro e o número total de medalhas dos Jogos Paralímpicos de Paris. Esse primeiro ano do ciclo para Los Angeles mostra que o Brasil vem muito forte”, destacou Yohansson Nascimento, vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e chefe da missão na Índia.
O dirigente também ressaltou a diversidade da delegação, formada por atletas de 18 estados diferentes, resultado de um trabalho descentralizado que envolve centros de treinamento, festivais paralímpicos em mais de 120 cidades e programas de descoberta de talentos. “O Brasil sai do eixo do sudeste e espalha o programa por todo o país”, disse.
Destaques individuais
Entre os nomes mais celebrados, Jerusa Geber se tornou a brasileira com maior número de pódios na história dos mundiais de atletismo paralímpico: agora soma 13 medalhas, com sete ouros. Em Nova Déli, ela venceu os 100m e os 200m da classe T11. “Estou muito feliz. Dois objetivos concluídos com sucesso: o tetra nos 100m e sair daqui como a atleta com maior número de medalhas em mundiais… quero o penta, o hexa, quero tudo”, comemorou.
Petrúcio Ferreira também brilhou ao conquistar o pentacampeonato nos 100m T47. “O quinto título foi mais difícil que o primeiro. A competitividade e a cobrança que tenho com meu corpo estão cada vez maiores. Estou há 12 anos invicto nessa prova. Isso não é só parte física, é psicológica também”, declarou o velocista.
A veterana Beth Gomes manteve a hegemonia no lançamento de disco F53 e chegou ao tetracampeonato. “É um campeonato que vai ficar marcado na minha vida, conquistando o tetra. Só tenho gratidão por todos que estão à minha volta, aos treinadores, à minha equipe multidisciplinar”, celebrou.
Lista de vencedores e medalhas do Brasil em Nova Déli
Atualmente, o programa Bolsa Atleta patrocina 1002 esportistas do atletismo paralímpico, entre as modalidades estudantil, nacional, paralímpico e pódio.
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com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro
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