Retire-se por favor!

Gente boa do Blog, prefeito de Goiandira, Érick Marcus recentemente sentiu na pele que o seu prestígio junto aos petistas não anda assim tão grande, em especial quando estiver presente o deputado federal, Rubens Otoni.

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No último dia 11, os vários diretórios da região Sudeste se reuniram para conversarem com o deputado e discutirem a estratégia eleitoral para essa eleição, o encontro aconteceu nas dependências da COACAL.

O prefeito Eric Marcus chegou à reunião ao lado de duas secretárias de sua administração, sua mãe Raquel David e sua namorada Rogerina, ambas filiadas ao PT.

Imediatamente o deputado Otoni interrompeu a reunião e pediu educadamente que o prefeito se retirasse do local, sendo que o mesmo não é mais filiado ao partido e é visto pelos petistas como um “aproveitador”.

O prefeito ainda tentou argumentar que estava lá ao lado de duas secretárias municipais o que , segundo ele, mostrava o deferimento que tem com os petistas, retire-se por favor, repetiu o deputado  mostrando a porta de saída para o prefeito.

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É gente boa do Blog, aparentemente as dificuldades em se reeleger não serão pequenas para o ex-petista Erick Marcus.

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Não vote em coronel, nem Adib e nem Jardel!

Gente boa do Blog para quem estava imaginando que o PT de Catalão seguiria os passos do PC do B indo rapidinho para os braços do PMDB de Adib Elias, parece que os rumos estão mudando, reunidos dias atrás os petistas de Catalão, algo em torno de 07 pessoas, decidiram que não irão apoiar nenhum dos dois pretendes ao palácio Pirapitinga, e nessa ideia até um slogan foi discutido.

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“Chega de coronel, nem Adib e nem Jardel”, foi dito várias vezes na reunião, o empresário Alvaro da Aducat, chegou a dizer que jamais irá concordar com a forma coronelística dos dois administrarem a cidade e que o único caminho para o PT é lançar seu nome para disputar com os coroneis.

Como o partido havia dias atrás sentado para negociar com o prefeito Jardel Sebba e com o pré-candidato Adib Elias, ficou decidido que de agora para frente não tem mais conversa e o que se poderá ouvir da boca dos petistas é: ” Chega de coronel, nem Adib e nem Jardel!

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Acontece…

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Tem enquete nova no Blog…

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Sobre a realização das olimpíadas no Brasil, você é:

Totalmente favorável.

Totalmente contra.

Existem pontos positivos e negativos.

 

Sobre as pesquisas eleitorais, você acredita que:

São totalmente confiáveis e refletem de fato a realidade.

São duvidosas, e servem para manipular e enganar os eleitores.

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Pesquisas eleitorais em Catalão…

Gente boa do Blog, mais uma pesquisa foi divulgada no dia de hoje, dessa vez pelo jornal Diário da Manhã, feita pelo Instituto Tocantins Market. Confira:

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Diário da Manhã

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Eleições 2016: partidos já podem realizar convenções para escolher candidatos

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Os partidos políticos que pretendem lançar candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador nas Eleições Municipais de 2016 podem realizar, a partir desta quarta-feira (20) até o dia 5 de agosto, convenções partidárias para a definição dos concorrentes. A regra está prevista na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), no Calendário Eleitoral de 2016 e na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.455/2015.

A Reforma Eleitoral 2015 (Lei n° 13.165/2015) mudou a data para a escolha dos candidatos pelos partidos e para deliberação sobre coligações. O prazo antigo determinava que as convenções partidárias deveriam ocorrer de 10 a 30 de junho do ano da eleição. Além disso, a reforma alterou o prazo (que passou de 60 para 30 dias) para o preenchimento das vagas remanescentes no caso de as convenções partidárias não conseguirem indicar o número máximo de candidatos.

Outra mudança introduzida pela Lei nº 13.165 refere-se ao prazo para deferimento da filiação partidária com a finalidade de participar do pleito. Agora, para concorrer às eleições, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral na respectiva circunscrição pelo prazo de, pelo menos, um ano antes do pleito, e estar com a filiação deferida pelo partido no mínimo seis meses antes da data da eleição. Até 2014, a filiação deveria estar deferida no mínimo um ano antes do pleito.

As convenções

Convenção partidária é a reunião dos filiados a um partido para a deliberação de assuntos de interesse da legenda. Em regra, as convenções partidárias devem se realizar em conformidade com as normas estatutárias do partido, já que a Constituição Federal e a Lei das Eleições asseguram às agremiações autonomia para definir sua estrutura interna, sua organização e seu funcionamento.

As convenções partidárias de caráter não eleitoral ocorrem a qualquer tempo. Já as convenções para escolha de candidatos e formação de coligações se realizam no período estabelecido pela Lei das Eleições. Em 2016, elas deverão ocorrer de 20 de julho a 5 de agosto, sendo que as respectivas atas deverão ser lavradas em livro aberto, rubricado pela Justiça Eleitoral, publicadas em 24 horas em qualquer meio de comunicação.

Segundo o artigo 7º da Lei das Eleições, as normas para a escolha e substituição dos candidatos e para a formação de coligações serão estabelecidas no estatuto do partido. No entanto, em caso de omissão do estatuto, o órgão de direção nacional do partido deverá estabelecer tais normas, publicando-as no Diário Oficial da União até 180 dias antes das eleições.

Já o artigo 8º, parágrafo 2º, da Lei 9.504 prevê o uso gratuito, por parte dos partidos políticos, de prédios públicos para a realização das convenções de escolha de candidatos. As legendas devem se responsabilizar por danos causados com a realização do evento.

Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no Calendário Eleitoral de 2016, na Lei nº 9.504/1997 e na Resolução TSE nº 23.455/2015.

Outros eventos

Esta quarta-feira (20) também marca o início de outros eventos previstos no Calendário Eleitoral 2016. A partir de hoje, desde a sua escolha em convenção partidária, é assegurado direito de resposta ao candidato a prefeito, vice-prefeito ou vereador, ao partido político ou à coligação atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social.

Dia 20 de julho também é a data inicial em que os feitos eleitorais terão prioridade para a participação do Ministério Público e dos juízes de todas as justiças e instâncias, ressalvados os processos de habeas corpus e mandado de segurança.

É ainda a data a partir da qual, considerado o dia da convenção partidária, é permitida a formalização de contratos que gerem gastos com a instalação física e virtual de comitês de candidatos e de partidos, desde que só haja o efetivo desembolso financeiro após a obtenção do número de registro de Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) do candidato e a abertura de conta bancária específica para a movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.

Além disso, a partir desta quarta, observada a homologação da respectiva convenção partidária, até a diplomação e nos feitos decorrentes do processo eleitoral, não poderão servir como juízes nos tribunais eleitorais, ou como juiz eleitoral, o cônjuge ou o parente consanguíneo ou afim, até o segundo grau, de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição.

Por fim, também está proibida a partir do último dia 20 a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.

EM, LC/TC

TJ GO

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JOÃO SANTANA: 98% DAS CAMPANHAS USAVAM CAIXA 2

joao santana e mouro

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o publicitário João Santana questionou o cerco da Lava Jato ele e a sua mulher, Mônica Moura. Disse que 98% das campanhas políticas no Brasil utilizam caixa dois e que, mesmo assim, ele e a mulher são os únicos presos por esse motivo: “Se tivesse o mesmo rigor que está tendo comigo em relação a essas pessoas, teria uma fila saindo atrás de mim que iria bater em Brasília, chegaria a Manaus. Poderia ser fotografada de satélite”, disse o marqueteiro.

“Acho que precisa rasgar o véu da hipocrisia que cobre as relações políticas eleitorais no Brasil e no mundo”, afirmou, acrescentando que “ou faz a campanha dessa forma, ou não faz”.

Mônica também disse que os partidos não querem declarar o valor real que recebem das empresas: “Não era uma opção minha, era uma prática não só no PT, mas em todos os partidos”.

Leia aqui reportagem de Cleide Carvalho sobre o assunto.

Brasil 247

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Eduardo Guimarães: Datafolha e o medo da votação no Senado

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Que diriam Grennwald e Dau da investigação na Polícia Federal que este Blog abriu anos atrás contra o Datafolha (entre outros) justamente por falsificação de pesquisas?

Seja como for, os jornalistas do The Intercept arrancaram uma bela informação de funcionária do Datafolha que, previsivelmente, em breve deverá estar engrossando a fila do desemprego.

Segundo eles, a gerente do Datafolha Luciana Schong “reconheceu o aspecto enganoso na afirmação de que [só] 3% dos brasileiros querem novas eleições, ‘já que essa pergunta não foi feita aos entrevistados’.

Luciana Schong também teria contado aos jornalistas que qualquer análise desses dados que alegue que 50% dos brasileiros querem Temer como presidente seriam imprecisos, sem a informação de que as opções de resposta estavam limitadas a apenas duas.

Onde quero chegar? Ora, não é surpresa para ninguém que os institutos de pesquisa ligados aos grandes grupos de mídia ou a partidos políticos ou entidades com interesses políticos claros “ajeitem” suas sondagens.

Bem, mas, então, qual é a novidade na manipulação que o Datafolha alega ter feito sob ordens do Grupo Folha?

Não é pouco um instituto de pesquisa manipular desse jeito uma sondagem. Afirmar que só 3% não querem novas eleições ou que o país mudou diametralmente de opinião sobre Temer sem que nada tenha melhorado – até por falta de tempo – não é pouco para uma empresa como o Datafolha, que vive da própria credibilidade.

O fato é que, ao contrário do que diz o Datafolha, é literalmente impossível que a popularidade de Temer e de seu governo não venham a despencar caso o golpe se torne definitivo. Temer já avisou que pretende tomar medidas “impopulares” que, obviamente, vão tratar de reduzir ainda mais a já baixíssima aprovação do governo interino e de seu titular – que, no momento, é de 14%, praticamente idêntica à de Dilma.

A ousadia do Datafolha ou do Grupo Folha – ou de ambos – provavelmente deveu à percepção de que a aprovação do impeachment pelo Senado corre risco, do contrário o instituto de pesquisa não cometeria uma fraude tão grosseira quanto divulgar a informação falsa de que só 3% querem novas eleições, entre outras falsidades que transparecem da pesquisa.

Muitos petistas, inclusive, dirão que nem é tão bom que Dilma corra “risco” de voltar, pois quem passar os próximos dois anos fazendo o ajuste fiscal e tomando medidas impopulares por certo reabilitará a esquerda e a fará chegar forte a 2018.

Contudo, se Dilma voltar poderá impedir a privataria do pré-sal e a supressão de direitos trabalhistas, medidas temerárias que são o coração do golpe, a grande razão de esse ataque à democracia brasileira ter sido perpetrado.

Para o país será melhor que Dilma volte. Impedirá que todos paguemos pelo desatino da maioria – mas não de todos – que viabilizou o golpe execrando a presidente nas pesquisas, o que permitiu que os golpistas assumissem. Contudo, para a esquerda em geral a volta de Dilma não será boa. A direita continuará sendo pedra e a esquerda, vidraça.

 Fonte: Blog da Cidadania

 

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Dilma critica fraude nas informações sobre dados do Datafolha

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Dilma critica fraude nas informações sobre dados do Datafolha

“É muito estranho o que aconteceu com o Datafolha. De repente, consideraram que não era relevante saber o que a população brasileira queria em relação a eleições. Fico indignada diante dessa distorção. Como não é importante saber o que a população acha? Pesquisa não decide nada, mas pesquisa é uma referência, então não pode distorcer. Não acho que pesquisa seja processo de plebiscito, é pesquisa, você pega uma parte e fere o todo. Plebiscito vota todo mundo. Nesse caso, o que é surpreendente? De repente, 3% é, na verdade, 62%. Essa diferença não é trivial, é algo expressivo. É um indicador muito significativo. Acredito que tudo isso tem que ser olhado”,  destacou Dilma, em sua conta no Facebook.

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Também crítico a omissão das informações do jornal e do instituto Datafolha, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) declarou que se o caso não viesse à público pelo jornalista norte-americano Glenn Greenwald, do jornal The Intercept, a fraude continuaria a ser divulgada.

“As justificativas apresentadas pelo Instituto são insuficientes. Se Glenn Greenwald não tivesse enfiado o pé na porta, a fraude continuaria a ser propagada sem o menor constrangimento. Desafiamos o DataFolha a pedir desculpas ao povo e repetir a pesquisa, mas sem adulteração dos resultados”, esclareceu o senador.

Portal Vermelho

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Principais notícias do dia…

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O Popular

Advogado ferido em atentado recebe alta e diz que crime foi violação aos direitos dos advogados.

 

Diário da Manhã

Goiano integra grupo suspeito de planejar atos terroristas no Brasil.

 

Zero Hora

Exaltação ao terrorismo justifica prisões, diz juiz.

 

Estado de Minas

França passa dados ao Brasil e Abin admite ajuste em planos para Olimpíadas.

 

O Estadão

Temer encaminha reajuste salarial de 14 categorias.

 

O Globo

Deportação de professor e prisões afastam terrorismo, diz ministro.

 

Folha de São Paulo

Programa Mais Médicos é provisório, diz ministro da saúde.

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