Frase do Dia…

Destacado

“Um ministro gravar um presidente é indigno”.

Presidente Michel Temer. 

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Por Dentro dos Fatos…

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Confira o comentário do professor Mamede sobre a Operação Rei do Gado. 

Vale a pena ressaltar que o diferencial é que é em uma linguagem bem simples e atual, abordando questões políticas e do dia a dia com sua visão dos fatos, sem rodeios, sem jabás e claro, de forma limpa, transparente e independente.

Confira outros comentários no link https://soundcloud.com/0jils4kylqe8.

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Economia encolhe, previsões pioram e cresce pressão por juros baixos

 

 

Se antes o governo parecia blindado pela mídia e visto com benevolência pelo tal “mercado”, agora as queixas e as previsões negativas vêm de todas as partes. Analistas do mercado, comentaristas da grande mídia e economistas mais ortodoxos já apontam a tragédia alimentada pela paralisia de Michel Temer, que não apresenta medidas que possam tirar a economia do fundo do poço. De Miriam Leitão a Armínio Fraga, todos reconhecem que as iniciativas propostas até então não serão capazes de reverter o quadro atual.

Na avaliação do economista-chefe da Santander Asset Management, Ricardo Denadai, o resultado ruim do terceiro trimestre – que expôs a sétima retração seguida do PIB – tornam o processo de retomada mais longo e mais distante.

Para ele, se há um lado positivo nessa história, “é que temos um ambiente muito propício para maior desinflação da economia”, o que deve “abrir um espaço muito grande para corte de juros”, afirmou, em entrevista ao Valor Econômico.

Juan Jensen, economista-chefe da 4E Consultoria, avalia no mesmo jornal que não é só a política monetária que está emperrando a atividade. “Não é simplesmente que a retomada tenha sido postergada. A avaliação é que não há ainda um contexto de retomada econômica”, diz ele, que aponta a crise política como responsável pela incerteza.

Com o governo Michel Temer na corda bamba – em meio a denúncias que já fizeram cair seis ministros e à possibilidade de cassação do mandato do presidente pelo TSE -, a instabilidade política se acentua a cada dia. E se soma à falta de uma agenda do governo que seja capaz de retomar não só a confiança, mas os investimentos e a economia.

Por enquanto, a pauta da equipe econômica de Temer só bate em duas teclas: PEC 55 e Reforma da Previdência, medidas que retiram direitos sociais, amarram a atuação do Estado, mas são incapazes de tirar o país do buraco. Inclusive, porque mesmo do ponto de vista fiscal, só devem ter impacto mais à frente.

Jensen avalia que os indicadores antecedentes de outubro e novembro deixam pouco espaço para otimismo e que o PIB do quarto trimestre terá nova retração. A 4E revisou para queda de 0,2% a estimativa para a atividade no ano que vem, o que antes era uma projeção de alta de 1%.

Na reportagem do Valor, Daniel Silva, economista da Modal Asset, disse que crise atual surpreende pela duração e pela intensidade, sem comparação com outros períodos recessivos. Segundo ele, o país só deve recuperar o nível de PIB observado em 2010, em 2020 – isso se as projeções de crescimento de 3% em 2018 se confirmarem, ressalta.

“No cálculos do Goldman Sachs, o PIB per capita no Brasil encolheu 10,3% nos dez trimestres que já duram a recessão, mais do que a queda observada durante a década perdida”, afirma o texto.

Na avaliação do Bradesco, o consumo das famílias que tem motivado projeções mais pessimistas. “O consumo das famílias continua apresentando contração, refletindo o esfriamento maior do que o esperado no mercado de trabalho”, diz o banco. Em resumo, o aumento do desemprego, que já atinge 12 milhões de brasileiros, é um vilão. E, no que depender das iniciativas apresentadas até então pelo governo, não há sinais de mudança no horizonte.

“Diferentemente de 2015, quando parte relevante da queda do consumo se deveu a um aumento precaucional da poupança, é o mercado de trabalho, hoje, que tem mais pesado sobre as decisões dos consumidores”, diz o Bradesco.

Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE vai na mesma direção. “Indicadores do mercado de trabalho continuam ruins e os juros continuam altos. E isso continua a afetar negativamente o consumo das famílias.

O economista Carlos Antonio Rocca, diretor do Centro de Estudos do Ibmec (Cemec), defende, em outra matéria do Valor Econômico, que uma aceleração na queda da taxa de juros poderia acelerar ajudar a recuperação.

“Ele afirma que o patamar elevado de endividamento de empresas e famílias, a escalada do desemprego, o nível alto de capacidade ociosa em todos os setores, o custo alto do crédito e as taxas de retorno cada vez menores do investimento em capital não justificam uma expectativa de retomada consistente da atividade”, escreve o Valor.

Segundo o economista, se, num primeiro momento, houve um choque favorável de expectativas, no início da gestão Temer, mas isso não foi acompanhado pelo desempenho da economia. E, em função dos resultados muito ruins da economia real, as expectativas começaram a se reverter, chegando a situação atual.

Para ele, a taxa real de juros está extremamente elevada. “Acredito, com os dados disponíveis sobre as expectativas, que existiria espaço para queda mais veloz da taxa. Isso significaria redução do custo de capital, de um lado, e uma facilitação desse processo de renegociação de dívidas e de desalavancagem de famílias e empresas”.

O ex-ministro das Comunicações de Fernando Henrique, Luiz Carlos Mendonça de Barros, também defende a queda de juros. “Se ele [o Banco Central] não agir direito, pode transformar a recessão profunda que nós temos numa depressão”, diz.

Para o economista, o Comitê de Política Monetária (Copom) deveria ter acelerado o ritmo de corte da Selic na reunião de ontem, baixando os juros em 0,5 ponto percentual, e não em 0,25 ponto, como já havia feito no encontro de outubro.

“Para Mendonça de Barros, a inflação está em baixa e pode encerrar o ano em 6,5%, o teto da banda de tolerância da meta, devido à monstruosa folga de recursos na economia – no mercado de trabalho, por exemplo, há 22 milhões de pessoas que estão desempregadas, trabalham em tempo parcial ou deixaram de buscar emprego por desalento. O consumo das famílias amarga uma queda de quase 10% e o investimento, de quase 30%, afirma ele”.

Trabalhadores e empresários

Logo após o Copom anunciar que reduziria a Selic em apenas 0,25 ponto percentual, trabalhadores empresários se pronunciaram, criticando o conservadorismo da decisão. O presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, avaliou que a iniciativa do Copom é insuficiente para destravar a economia.

Segundo Araújo, o Brasil precisa crescer, mas a atual política monetária, em aliança com as políticas fiscal e cambial, tem sido o grande obstáculo à realização deste objetivo nacional. “Não é possível avançar no desenvolvimento do país e contemplar as demandas do nosso povo por mais saúde, educação e transporte de qualidade, nos marcos desta orientação”, declarou.

Para a Força Sindical, a queda nos juros também foi “tímida” e o Copom perdeu ótima oportunidade de sinalizar ao setor produtivo que o país “não bajula mais os especuladores e o rentismo”.

“O novo governo precisa entender que a taxa de juro em patamares estratosféricos tem sido uma ferramenta pouco eficaz no combate à inflação, pois, além de encarecer o crédito para o consumo e para investimentos, causa mais desemprego, queda de renda e piora o cenário de recessão da economia”, diz a Força, em nota assinada pelo presidente da central e do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força.

O presidente da Federação da Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaff – um aliado do governo Michel Temer -, foi duro ao criticar o BC. “É muita recessão para um corte pífio de Selic. Não há dúvida de que são necessários cortes mais agressivos da taxa de juros. Ao optar por cortes de 0,25 pontos percentuais, o Banco Central sabota a retomada de crescimento da economia, condenando-a à estagnação para os próximos anos e produzindo a ampliação no número de desempregados, que já passa de 12 milhões”, afirmou.

Portal Vermelho

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DALLAGNOL: DILMA FEZ MAIS PELO COMBATE À CORRUPÇÃO

O coordenador da força-tarefa da Lava Jato, procurador Deltan Dallagnol, admitiu nesta quarta-feira 30, em coletiva de imprensa, que o governo da presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff fez mais pelo combate à corrupção.

Antes do impeachment, Dallagnol sempre afirmou que não havia diferença em ações de combate à corrupção entre os governos. “Até o governo Dilma avançou propostas contra a corrupção muito melhores que as que foram aprovadas”, disse.

Dallagnol fazia referência às 10 medidas contra a corrupção aprovadas ontem à noite pela Câmara. O pacote inclui a proposta de abuso de autoridade contra magistrados, que foi amplamente criticada por entidades do setor Judiciário.

Na coletiva, os procuradores também disseram que os deputados foram movidos por “um espírito de autopreservação”. “O objetivo é ‘estancar a sangria'”, afirmaram, em nota, fazendo referência à gravação divulgada do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e dando sinais de que descobriram agora que o golpe foi para interromper a Lava Jato.

“Há evidente conflito de interesses entre o que a sociedade quer e aqueles que se envolveram em atos de corrupção”, disseram ainda. Os integrantes da força-tarefa ameaçaram renunciar caso Michel Temer sancione a anistia ao caixa 2.

Brasil 247

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Eric Nepomuceno: Michel Temer respira por aparelhos

 

 

Algo novo e surpreendente está ocorrendo no Brasil: o governo de Michel Temer, surgido de um golpe institucional que destituiu a presidenta Dilma Rousseff, se deteriora em velocidade alucinante.

Enquanto se aprofunda a mais severa recessão já vivida pelo país, com todos – absolutamente todos – os indicadores econômicos retrocedendo de forma contundente, Michel Temer demonstra fartamente que sua ausência de estatura (política, ética e moral) para ocupar a presidência do maior país latino-americano corresponde a uma extrema inabilidade para conduzir-se em meio à tempestade.

Nos últimos dias ficou claro que seu governo está às portas da agonia. Respira graças ao aparato constituído basicamente pelo respaldo com que ainda conta no Congresso e, especialmente, o apoio com que o brinda o PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador derrotado em 2014 Aécio Neves – além do empresariado e do mercado financeiro. É um caso claríssimo e gravíssimo de sobrevivência a respirar por aparelhos.

Para tornar mais sombrio seu horizonte, as manifestações contra o governo voltaram a ocupar as ruas com força redobrada.

As evidências de que Temer tentou intervir em favor de Geddel Vieira Lima – obrigado a renunciar à Secretaria de Governo e à condição de principal articulador com o Congresso, em um ato claro de corrupção – são concretas. Envolvido em um caso claríssimo de manipulação de órgãos públicos em defesa de interesses pessoais, Geddel deflagrou a crise profunda. Um jovem ambicioso, diplomata de carreira inexpressivo, Marcelo Calero deixou o Ministério da Cultura atirando. E seus alvos foram o poderoso ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, além do próprio Temer. Precavido, Calero gravou suas conversas com o presidente e seus auxiliares mais próximos.

Agiu aconselhado por “amigos da Polícia Federal”. Ou seja, agentes do Estado orientaram um ministro a gravar o presidente da República. E assim se pôde comprovar que Temer interveio em defesa de interesses particulares – e nada republicanos – de Geddel. No momento, cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se encaminhará o caso ao Supremo Tribunal Federal, pedindo abertura de investigação contra o presidente.

A propósito: com exceção de Marcelo Calero, todos os demais – todos – estão citados em denúncias de corrupção. Tão logo a Corte Suprema homologue acordos de delação premiada dos mais altos executivos da Odebrecht, serão conhecidos os nomes de cerca de 200 políticos que teriam recebido dinheiro ilegal por parte da construtora. Entre eles, pelo menos metade dos integrantes do governo Temer.

O que mais chama a atenção da classe política e da opinião pública é a quantidade das denúncias que se reproduzem a velocidade impressionante contra o governo, o Congresso e o próprio presidente da República. E ao mesmo tempo a incapacidade de Temer de superar os obstáculos que surgem a cada dia.

Está cada vez mais claro que Temer, definitivamente nas mãos do PSDB, não tem mais condições de conduzir o governo. Ele se manterá acomodado na cadeira presidencial enquanto cumprir os desígnios de Fernando Henrique e companhia, e enquanto conseguir sustentar a agenda econômica determinada pelos agentes do capital.

Também chama atenção o nítido abandono de Temer pelos meios hegemônicos de comunicação, um dos pilares fundamentais para o êxito do golpe institucional que o conduziu à presidência.

A cada dia cresce a impressão de que reserva a Michel Temer o mesmo destino de Eduardo Cunha, preso em Curitiba, nas mãos do juiz de primeira instância Sérgio Moro. Como presidente da Câmara, foi o instrumento essencial para a abertura do processo de afastamento de Dilma Rousseff. Uma vez cumprida sua missão, descartado por seus pares, Cunha voltou a ser nada mais do que um exemplo concreto da corrupção desenfreada que contamina o sistema político brasileiro.

Vice de Dilma, Temer a sucedeu no golpe. A presidenta eleita por 54 milhões de brasileiros foi destituída sem que fosse apresentada uma única prova de haver cometido crime de responsabilidade.

Contra Temer, a prova existe, graça a seu fugaz ministro da Cultura. Mais do que nunca o ainda presidente está nas mãos dos artífices do golpe. Até quando terá utilidade? Enquanto essa pergunta ronda os ares em busca de uma resposta, Temer sobrevive, mas respirando por aparelhos.

Na próxima esquina, soberbo e sorridente, Fernando Henrique Cardoso espera sua vez. Há poucos dias, soltou uma frase fulminante, referindo-se ao debilitado governo Temer: “É fraco, mas é o que temos”.

Faltou completar: “Por enquanto”.

 Fonte: Página/12

 

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AGU DESMENTE TEMER EM CASO GEDDEL

Em nota oficial, a AGU (Advocacia-Geral da União) rechaçou a viabilidade da sugestão de Michel Temer ao ex-ministro da Cultura Marcelo Calero no episódio da construção do condomínio La Vue em Salvador: o assunto não poderia “em nenhuma hipótese” ser encaminhado  pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a advogada-geral da União, Grace Mendonça. A afirmação reforça a versão de Calero, que considerou a orientação do presidente como uma manobra para que a obra do espigão de Geddel Vieira Lima fosse liberada.

As informações são do Estado de S.Paulo.

“Em nenhuma hipótese a análise do caso se daria diretamente pela advogada-geral da União nem pelo procurador-geral federal”, informou a AGU por meio de sua assessoria, em nota enviada a partir de questionamentos feitos pelo Estado. O órgão esclarece que em casos como o do licenciamento do empreendimento, a AGU se manifesta apenas por meio de parecer da procuradoria, que serve de orientação para a decisão final da presidência do Iphan.

Calero deixou o governo por, segundo ele, ter sido pressionado a alterar um parecer do Iphan que embargou o empreendimento onde o ex-ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) afirma ter comprado um apartamento. Em reunião com Temer, Calero disse que o presidente teria sugerido que ele encontrasse uma “saída” para questão e que enviasse o caso para AGU, “porque a ministra Grace Mendonça teria uma solução”.

O órgão consultivo do governo, no entanto, já havia se manifestado sobre a questão. No dia 9 de novembro, a procuradora federal Genésia Marta Alves Camelo, em nome da AGU, assinou parecer que conclui que a presidente do Iphan tem poder de modificar o entendimento da superintendência do órgão na Bahia e a palavra final sobre o licenciamento. O Iphan baiano havia entendido que a obra estava sendo feita fora do entorno de bens tombados, e autorizava a construção de 30 pavimentos.”

Brasil 247

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Dilma denuncia o golpe dentro do golpe e defende diretas já

 

 

A presidenta criticou a PEC 55 aprovada no primeiro turno no Senado na última terça-feira (29) e desaprovou à violência da polícia contra estudantes e professores que participaram de protesto contra a mudança na Constituição.

“Causam impacto rever certas coisas que pareciam enterradas, como as bombas de gás lacrimogêneo atiradas pela polícia sobre companheiros e estudantes, que se manifestavam contra a PEC. É o estado de exceção ressurgindo descarado, aberto e sem pudor. Isso compromete a democracia e é o retorno da política neoliberal enterrada nas urnas, por meio da medida que congela os gastos”, disse.

“Retira do direito, da decisão do voto, quanto se destinará a cada segmento, porque ao congelar o investimento, congela o voto. E o povo, as mulheres inclusive, vai ser levado a acreditar que não precisa votar.” Ela demonstrou preocupação com outros projetos que vão afetar diretamente a mulher: A terceirização, a precarização a superexploração do trabalho. “O peso dessas medidas vai recair mais sobre as mulheres.

A lógica dos privilégios, que ganha ares de legitimidade em tempos de exceção, também foi atacada como ameaça ao amadurecimento das relações de gênero. Dilma lembrou que até o final do século 19 o Brasil era uma nação escravocrata. E que os reflexos dos 300 anos de escravidão, como o preconceito racial e a discriminação, perduram em todas as instâncias.

“O pensamento aceito na época, de que uma minoria branca e rica tinha poder de vida e de morte sobre a maioria da população afrodescendente escravizada, ainda persiste e afeta mais a mulher, em especial a mulher negra e pobre – a maior face da miséria. Está por trás de histórias como a babá que, mesmo nos dias de hoje, não pode se sentar com patrões em clubes chiques do Rio de Janeiro, de existirem elevadores de serviço disfarçados de elevador de carga, e na desfaçatez de magistrados, como o atual secretário de Educação do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), Renato Nalini. Falo disso porque as mulheres são as mais prejudicadas. Por isso tenho orgulho de ter sancionado a lei das empregadas domésticas”, seguiu Dilma

Gênero

O país que sempre esteve atrasado quanto à paridade de gênero – o cumprimento da cota de mulheres na política sendo feito de maneira burocrática, num sistema político viciado – hoje experimenta retrocessos. “Hoje estão destruindo nossa capacidade de fazer política. Temos de discutir a representação da mulher em condições de igualdade. Ter conseguido direitos e espaços não quer dizer que basta, mas que é preciso avançar mais”.

Portal Vermelho

 

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Principais notícias do dia…

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O Popular

STF aceita denúncia e Renan Calheiros se torna réu por desvio de dinheiro.

Diário da Manhã

Para Drauzio Varella aborto já é livre e criminalizar é únir pobres.

Zero Hora

“Fiz o possível para preservar as vidas”, diz controladora.

Estado de Minas

Presidente da Chapecoense indica que velório coletivo deve ser amanhã.

O Estadão

PF prende prefeita de Ribeirão Preto.

Folha de São Paulo

Gestão Meirelles na Fazenda volta a ser alvo de críticas após recuo do PIB.

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Hoje na História…

hoje

1804
Napoleão Bonaparte é coroado primeiro imperador da França na catedral de Notre Dame.
1870
Estreia no Brasil a ópera O guarani, de Carlos Gomes
1953
Morre Miguel Osório de Almeida, médico e escritor brasileiro,.
1954
Termina em Petrópolism RJ a Conferência Econômica Interamericana, que dotou uma série de medidas para estabilização do comércio na América Latina.
1957
Começa a operar experimentalmente a primeira usina atômica civil americana em grande escala, em Shippingport, Pensilvânia.
1959
Militares da base aérea de Aragarças GO se rebelam com o objetivo de tomar o poder.
1959
Morre o militar brasileiro Miguel Costa, comandante da força pública paulista que se rebelou contra o governo federal em 1924.
1963
A rainha Elizabeth II inaugura o cabo telefônico submarino da Comunidade Britânica que liga Vancouver, no Canadá, à Austrália.
1970
O primeiro-ministro de Portugal, Marcelo Caetano, pede à Assembleia Nacional que aprove o projeto que concede dupla nacionalidade aos brasileiros residentes naquele país.
1971
O presidente Emílio Garrastazu Médici assina lei de repressão aos tóxicos.
1974
Registrada a maior alta da Bolsa de Valores do RJ até então: 15,1% num só dia, causada pela valorização de mais de 50% das ações da Petrobrás.
1982
Barney B. Clark, de 61 anos, recebe o primeiro coração artificial do mundo, em operação realizada no Centro Médico da Universidade de Utah.
1993
Operação militar que envolveu quinhentos soldados e policiais colombianos termina com a morte do chefe do trático, Pablo Escobar Gaviria, em Medellín.
2002
Enfermeiro americano Ted Maher é condenado pela morte do banqueiro brasileiro Edmond Safra, ocorrida em 1999. Maher confessou ter ateado fogo ao apartamento de Safra para resgatá-lo e assim ganhar um aumento de salário.
2003
Prefeito de Bocaiúva do Sul PR proíbe homossexuais na cidade e a oferta de moradia para eles. A justificativa sobre a discriminação foi a necessidade de aumentar a população da cidade e, assim, receber mais verbas do Governo Federal.
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Começando bem…

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