Câmara aprova projeto que confere utilidade pública municipal à Associação Catalana de Equoterapia

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No dia 29 de outubro a Câmara Municipal de Catalão votou e aprovou com o aval de todos os vereadores, o Projeto de Lei nº 106/14 do vereador Pedrinho Henrique (PSD), que confere utilidade pública municipal à Associação Catalana de Equoterapia (Ascate).

Com isso, a Ascate, que é uma instituição supra partidária e sem fins lucrativos, poderá receber do poder público recursos financeiros e outros quaisquer incentivos.

Fundada em 12 de setembro de 2013, a associação presta seus serviços gratuitos de equoterapia à pessoas com deficiência ou necessidades especiais de todas as idades.

Os atendimentos se dão todas as quartas das 14h às 18h no parque de exposições da cidade, e são realizados por uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, psicólogos, psicopedagogo e instrutor de equitação, todos devidamente preparados, além de serem voluntários.

Saiba mais

Equoterapia é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais.

Por: Gustavo Vieira com informações da Ascate

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Humorista catalano fica em segundo lugar em festival no Triângulo Mineiro

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Aconteceu no dia 26 de outubro em Uberlândia (MG), no Teatro Municipal, o 2º Festival de Humor do Triângulo Mineiro. Milhares de humoristas participaram de seletivas para concorrer ao troféu de melhor comediante do festival.

O evento contou com a participação de profissionais, amadores e simpatizantes de diversas regiões do país, inclusive de um catalano chamado Ricardo Peres. Radialista, ator e claro, humorista, Ricardo foi o único participante do Estado de Goiás na disputa.

Feliz por ter conseguido ótima colocação no festival, o segundo lugar, Ricardo disse ao Blog não ter sido esse exatamente o seu foco, mas que para ele o mais importante é levar seu trabalho às pessoas. “É o trabalho que eu escolhi para a minha vida. O Nelson Machado, o que dubla o Kiko do seriado Chaves, também o Fred Flinstone, Robin Willians (…), me perguntou porque eu participei do festival como simples concorrente já que sou profissional, eu disse a ele que o mais importante para mim é mostrar o meu trabalho, sem me importar como eu vou. Quero que as pessoas vejam que faço humor com amor e com vontade, só assim os resultados aparecem”, contou. Outros nomes importantes fizeram parte do encontro, como Totoro e Rodrigo Magado da produção online “Porta dos Fundos”.

Ricardo explicou que os artistas que competiram, cerca de três mil, enviaram  vídeos de cinco minutos para os organizadores do festival, que avaliaram critérios como autenticidade, criatividade e desenvoltura.

Dentre as dezenas de personagem que dá vida, Ricardo alcançou a segunda colocação incorporando o travesti Maria Padilha que, segundo explicou, tem a característica de transformar qualquer coisa em piada, inclusive a tragédia.

Por: Gustavo Vieira

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Alguma novidade?

PF suspeita que Youssef foi induzido a acusar Dilma e Lula, para influir na eleição deste ano

PF suspeita que Youssef foi induzido a acusar Dilma e Lula, numa operação para influir na eleição deste ano

Antes mesmo de alguma informação do inquérito, em início na Polícia Federal, sobre o vazamento da acusação a Lula e Dilma Rousseff pelo doleiro Alberto Youssef, não é mais necessário suspeitar de procedimentos, digamos, exóticos nesse fato anexado à eleição para o posto culminante deste país. Pode-se ter certeza.

Na quarta 22, um dos advogados de Youssef pediu para fazer uma retificação em depoimento prestado na véspera por seu cliente. No interrogatório, perguntou quem mais sabia (…) das fraudes na Petrobras. Youssef disse, então, que, pela dimensão do caso, não teria como Lula e Dilma não saberem. A partir daí, concluiu-se a retificação. Ou seja, foi só a acusação.

As aspas em vazamento , lá em cima, são porque a palavra, nesse caso, sem aspas será falsa. As outras aspas indicam a origem alheia de frases encontradas a meio de uma pequena notícia, com a magreza incomum de uma só coluna no estilo em tudo grandiloquente de certos jornais, e no mais discreto canto interno inferior da pág. 6 de O Globo , de 29/10. Para precisar melhor: abaixo de um sucinto editorial com o título Transparência , cobrando-a da Petrobras.

Já no dia seguinte à retificação , Veja divulgou-a, abrindo o material ao uso que muitos esperaram por parte da TV Globo na mesma noite e logo por Folha , O Estado de S. Paulo e Globo . Nenhum dos três valeu-se do material. Se o fizessem, aliás, Dilma, Lula e o PT disporiam de tempo e de funcionamento judicial para para uma reação em grande escala, inclusive com direito de resposta em horário nobre de TV. O PT apenas entrou com uma ação comum contra Veja .

O que foi evitado a dois dias da eleição, foi feito na véspera. A explicação publicada, e idêntica em quase todos os que se associaram ao material da revista, foi de que aguardaram confirmar o depoimento de Youssef. Àquela altura, Lula, Dilma e o PT não tinham mais tempo senão para um desmentido convencional, embora indignado, já estando relaxados pelo fim de semana os possíveis dispositivos para buscarem mais.

O Globo não dá o nome de um dos advogados . Até agora constava haver um só, que, sem pedir anonimato, foi quem divulgou acusações feitas em audiências judiciais, autorizado a acompanhá-las, que nem incluíam o seu cliente. Seja quem for o requerente, pediu e obteve o que não houve. Retificação é mudança para corrigir. Não houve mudança nem correção. E o pedido do advogado teve propósito explícito: os nomes de quem mais sabia da prática de corrupção na Petrobras. Uma indagação, com o acusado preso e prestando seguidos depoimentos, sem urgência. E sem urgência no processo, insuficiente para justificar uma inquirição especial.

O complemento dessa sequência veio também na véspera da eleição, já para a tarde. Youssef foi levado da cadeia para um hospital em Curitiba. O médico, que se restringiu a essa condição, não escondeu nem enfeitou que encontrara um paciente consciente, lúcido e orientado , cujos exames laboratoriais estão dentro da normalidade . Mas alguém vazou de imediato que Youssef, mesmo socorrido, morrera por assassinato.

O boato da queima de arquivo pela campanha de Dilma ia muito bem, entrando pela noite, quando alguém teve a ideia de telefonar para a enlutada filha da vítima, que disse, no entanto, estar o papai muito bem. O jornalista Sandro Moreyra já tinha inventado, para o seu ficcionado Garrincha, a necessidade de combinação prévia com os russos.

A Polícia Federal suspeita que Youssef foi induzido a fazer as acusações a Dilma e Lula, entre o depoimento dado na terça, 21, e a alegada retificação na quinta, 23. Suspeita um pouco mais: que se tratasse de uma operação para influir na eleição presidencial.

A Polícia Federal tem comprovado muita e crescente competência. Mas, nem chega a ser estranho, jamais mostrou resultado consequente, quando chegou a algum, nos vários casos de interferência em eleições. Não se espere por exceção.

Por Janio de Freitas – Coluna da Folha
Publicado originalmente no Blog Amnigos do Presidente
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No tapetão…

Aécio tenta reverter resultado da eleição presidencial no tapetão

O ex candidato a Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), é também o presidente do partido PSDB. Os demais, são filiados, com mais ou pouca relevância, mas quem manda mesmo é o presidente do partido. Portanto, é difícil alguém acreditar que, os filiados tomem decisões sem a ordem do presidente do PSDB.
E a decisão do PSDB de pedir uma auditoria especial para investigar o processo eleitoral foi tomada pela direção do partido a partir de um  feita no bate-papo via WhatsApp, aplicativo de troca de mensagens instantâneas. Aécio, está viajando. segundo notícias da imprensa

Responsável pelo processo, o deputado federal Carlos Sampaio, que coordenou o setor jurídico da campanha de Aécio Neves ao Palácio do Planalto, consultou os colegas e recebeu “contribuições” ao texto que mais tarde seria protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na troca de mensagens, um membro da direção ponderou que era preciso tomar cuidado com a redação final da representação. Havia o temor de que ela desse munição para que o PT acusasse a oposição de tentar reverter o resultado da eleição presidencial no tapetão.

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, ente os argumentos dos dirigentes do PSDB para justificar a representação é consta que, desde domingo a sigla recebeu “milhares de denúncias” de militantes e eleitores. Entre as mais recorrentes estão casos de urnas que não registravam o número 45 ou de pessoas que não puderam votar pois alguém havia feito isso em seu lugar.

Dirigentes do partido chegaram a pedir o extrato de votação para os fiscais do partido em vários Estados para fazer a conferência por amostragem com a apuração realizada pelo TSE.

O pedido feito pelo PSDB para que seja realizada uma auditoria na votação do segundo turno foi remetido diretamente para a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caberá ao presidente da Corte Eleitoral, ministro Dias Toffoli, decidir se profere alguma decisão monocrática no processo ou remete o caso para análise do plenário.

A expectativa é de que alguma pronunciamento de Toffoli sobre o tema seja feito apenas no início da próxima semana, já que a Justiça Eleitoral irá operar em sistema de feriado amanhã, em razão do dia do servidor público. Originalmente, a data é comemorada no dia 28, mas o TSE postergou o feriado na Corte em razão da finalização das questões relativas à votação realizada no dia 26.

Publicado originalmente no Blog Amigos do Presidente
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Evento deve contribuir para a reforma e ampliação da Paróquia São Francisco de Assis

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Recentemente foram iniciadas obras de reforma, adequação e ampliação da Paróquia São Francisco de Assis, localizada na Avenida José Marcelino, no bairro Nossa Senhora de Fátima.

Na manhã desta sexta-feira (31/10) uma pequena solenidade com um café da manhã foi realizado no estacionamento da igreja para a imprensa e convidados, para o anúncio do Réveillon 2015 da entidade; evento que deve comemorar o quase término dos trabalhos, além de contribuir sistemáticamente para sua conclusão.

Assim disse esperar o coordenador de eventos da paróquia, Navio Leão. Segundo ele, a programação servirá para angariar recursos financeiros para o fim do projeto. “Pelo menos o setor onde são realizadas as missas deverá ficar pronto em 60 dias”, contou.

O pároco do presbítero, Pe. Emerson Costa, contou que a revitalização do prédio é de extrema e fundamental importância devido aos seus mais de 40 anos de existência, sem ter passado por qualquer intervenção dessa natureza. “Esse é um desejo da comunidade, que nada mais quer que um sinal que dê uma identidade da catolicidade. Então, dividimos a obra em três etapas. A primeira visa o levantamento das paredes em oito metros, a cobertura e o acréscimo de banheiros no subsolo. Depois, passaremos para a construção de uma torre que terá entre 30 e 40 metros; o que será o símbolo que estamos procurando. E por último, vamos dar atenção a estética com elementos da espiritualidade para que todos encontrem aqui um lugar a caráter quando vierem falar com Deus”, explicou.

O prior não soube precisar quanto deverá custar a reforma e nem em quanto tempo ficará pronto. Segundo ele, o trabalho está sendo financiando principalmente pelos eventos que a paróquia realiza, além das doações e contribuições dos fiéis.

Por: Gustavo Vieira

 

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Não é fácil?

Gente boa do Blog não é tarefa fácil escrever ou falar sobre a Câmara de Vereadores de Catalão, com os seguidos vai e vem dos vereadores está difícil saber de que lado estão os parlamentares e se apoiam ou não o prefeito Jardel Sebba.

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Porém, esses são oposição mesmo, chamados por mim de autênticos, (para desespero do vereador Daniel do Floresta), Deusmar Barbosa, Gilmar Antônio, Jurandir, Vandeval e sargento Anísio são PMDBistas da gema, opositores desde o começo do mandato, não negociam benefícios em troca do voto e muito menos deixam a “vida” os levarem.

Já esses são partidários de Jardel Sebba, votam com ele e defendem o mandato atual acreditando que nada está perdido e que tudo se encaminhará bem, João Antônio, Juarez Barbudo, Valmir Pires, Silvano mecânico, Aurélio Macedo, continuam firmes com Sebba.

Regina Felix que é do PSDB é agora oposição declarada a Jardel Sebba, ela que era contra a aprovação dos balancetes do ex-prefeito Adib Elias preferiu se abster e já é  cotada inclusive por alguns como uma boa candidata a  vice  -prefeita em uma chapa com Adib, claro que quem anda divulgando isso esqueceu de perguntar para o PMDB e para Adib a viabilidade  do fato.

Daniel do floresta que é do PMDB mas apoiava a admisnitração do prefeito Jardel Sebba desde o primeiro dia, já não apoia mais, ele que mesmo sendo do PMDB votou contra a  aprovação dos balancetes de Adib, agora mudou de opinião, ou melhor de posicionamento, sendo agora favorável a aprovação, nos últimos dias tem soltado o verbo contra a administração, como em um passe  de mágica, passou a enxergar tudo de ruim na administração de Jardel, como suas posições políticas são inconstantes e mudam da água para o vinho, não se pode computar ainda como companheiro de Adib, sendo que pela manhã pode ser, na hora do almoço não e a tarde poderá voltar a sê-lo.

Paulo César que também é do PMDB, é apoiador declarado do prefeito Jardel Sebba, arqui rival  do PMDB (seu partido), está cotado para ser o candidato a vice de Juarez na disputa com Deusmar Barbosa, que interessantemente ainda conta com o voto de Paulo César, na hora “H”  acreditam os PMDBistas ele retornará.

Pedrinho H (PSD) era Jardel desde criancinha, nos últimos dias parece estar chateado com o administração municipal, contrário a aprovação dos balancetes, na última votação foi favorável, é ainda uma  incógnita para os próximos dias.

Paulinho (PMN) como não é do PMDB e muito menos do PSDB, faz parte da bancada dos independentes, anda reclamando da falta de diálogo com o prefeito e como votou a favor da aprovação dos balancetes, diferente de alguns meses atrás, deverá se aliar ao ex-prefeito Adib Elias.

Leonardo Bueno (PSC) também faz parte da bancada independente, contrário a  aprovação dos balancetes, agora foi favorável, como foi eleito ao lado de Adib tendo recebido o apoio declarado de várias lideranças do PMDB em sua campanha, não será surpresa se amanhã estiver, de novo, ostentando o adesivo do 15.

Donizete negão também do PSC, é o que pode se chamar de ausente, se tiver polêmica, ele se esconde, adoece ou simplesmente desaparece, eleito com Adib, Jardelou e foi contra a a aprovação dos balancetes, na última votação dos balancetes preferiu não aparecer, o que pode ser entendido como uma provável  reaproximação com o  PMDB.

Ou seja, não é tarefa fácil  saber quem é quem nesse parlamento que mais está se assemelhando a um balaio de gatos.

 

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Pesquisa que apontava liderança de Aécio admite números falsos

Com o término da corrida presidencial, as informações sobre as verdadeiras táticas de campanha da oposição começam a pipocar em todos os jornais. De acordo com matéria publicada no site da Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (30), Adriano SIlvoni, dono do Instituto Veritá, e Leonardo de Assis, estatístico responsável pela pesquisa, informaram que os levantamentos divulgados durante os programas do tucano foram utilizados de maneira enganosa pela campanha de Aécio Neves (PSDB).

 (Reprodução) (Reprodução)

As práticas enganosas usadas pelo marketing da campanha do candidato Aécio Neves, que manipulou os resultados de uma das últimas pesquisas promovidas pelo Instituto Veritá para a preferência do eleitorado em Minas Gerais, foram denunciadas à imprensa quatro dias após as eleições do segundo turno, ocorrida no último domingo (26).

Os dados, coletados ainda no final do primeiro turno, que apontariam Aécio à frente de Dilma em Minas Gerais por 57% a 43%, mostram apenas a coleta de 561 questionários no estado mineiro, e portanto não são representativos. Tais questionários foram utilizados peo Instituto para compor a amostra total de eleitores do Brasil, e não apenas em Minas, como amplamente alardeado.

Mesmo alertados, os marketeiros seguiram em frente com a divulgação durante os programas do candidato de rádio, TV e conteúdo online, creditando a pesquisa ao jornal Hoje em Dia.

É de se pensar: por que estas informações estão sendo dadas apenas hoje? Quais seriam os interesses por trás de notícias como estas que não foram divulgadas pela grande mídia durante as eleições?

Aécio Neves não conseguiu superar Dilma Rousseff no próprio berço político. Em Minas, Dilma obteve 52,41% e Aécio ficou com 47,59%. A diferença entre eles foi de pouco mais de 500 mil votos.

 

Portal Vermelho

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PSDB APELA E QUER RECONTAGEM DOS VOTOS

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O PSDB entrou nesta quinta-feira (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de “auditoria especial” no resultado das eleições. A ação, assinada pelo coordenador Jurídico Nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), pede que seja autorizada a criação de uma comissão formada por técnicos indicados pelos partidos políticos para a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral.

O PSDB argumenta que não coloca em dúvida a lisura da apuração e o trabalho do TSE, mas justifica que, depois de anunciada a vitória da petista, surgiu, especialmente nas redes sociais, “uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira”.

Sampaio afirmou que não se trata de recontagem dos votos, mas de uma medida para evitar que teorias de que houve fraude no processo continuem sendo alimentadas e colocando em xeque a postura adequada da Justiça Eleitoral.

“Nas redes sociais os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz o texto.

No documento, o tucano alega que a diferença entre três horas entre o encerramento da votação no Acre e os demais Estados que seguem o horário de Brasília e a margem apertada de diferença “são elementos que acabaram por fomentar, ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira”. A ação afirma que o intuito da auditoria é “dissipar quaisquer dúvidas sobre a intervenção de terceiros na regularidade do processo de votação e apuração dos votos”.

O PSDB aponta ao TSE que as suspeitas ganharam tamanha dimensão que até uma petição virtual para se exigir uma conferência do resultado eleitoral já está disponível na internet com apoio de 60 mil assinaturas e que foi encaminhada ao senador Aécio Neves (PSDB), segundo colocado na disputa eleitoral.

O partido requer a análise de cópia dos boletins de urna de todas as sessões eleitorais do país, documentos, impressos ou manuscritos gerados em todas as sessões eleitorais do país; cópia dos arquivos eletrônicos que compõem a memória de resultados obtidas a partir dos dados fornecidos por cada seção eleitoral; arquivos eletrônicos detalhados, originais e completos, correspondentes à transmissão e ao recebimento de todos os dados de apuração; entre outros.

Brasil 247

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Deputados criticam discurso raivoso da oposição e defendem diálogo

A primeira semana dos trabalhos legislativos após o segundo turno das eleições presidenciais foi marcada por discursos raivosos da oposição, derrotada no pleito, e a insistência em dividir o Brasil em dois, ignorando a maioria dos votos dados a Dilma Rousseff, que garantiu sua reeleição. Os deputados da base governista rebateram os argumentos dos tucanos. E pediram que o palanque eleitoral fosse deixado para trás e se buscasse o entendimento político pelo bem do país.

 

Agência Câmara

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos líderes da bancada ruralista, afirmou que os ministros deveriam ser levados ao Congresso “debaixo de vara”.O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos líderes da bancada ruralista, afirmou que os ministros deveriam ser levados ao Congresso “debaixo de vara”.

O deputado Márcio Macêdo (PT-SE) viveu uma situação extrema na reunião da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Desenvolvimento Rural, com as tentativas da oposição de inserir a questão eleitoral nos debates internos da Câmara.

Ele defendeu que os políticos serenassem os ânimos e aprendessem a conviver democraticamente com o resultado da eleição do último domingo (26), que estabeleceu a vitória da presidenta Dilma Rousseff (PT).

“Debaixo de vara (?)”

Em discussão com os deputados federais Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Nilson Leitão (PSDB-MT), o parlamentar defendeu a abertura do diálogo para se chegar a um consenso sobre a ida dos ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Agricultura, Neri Geller, à Comissão.

“Estamos tratando aqui da relação entre a ‘Casa do Povo’ e o governo federal. Estamos falando da convocação de ministros de Estado. O esgarçamento dessa relação não faz bem nem à Casa do Povo nem ao governo”, afirmou, anunciando que o ministro Edison Lobão aceita ir à Câmara no próximo dia 13.

O deputado sergipano afirmou que o parlamentar do DEM não pode agir, dentro da Câmara, como se ainda estivesse vivendo nos tempos da ditadura. Isso porque o deputado Ronaldo Caiado afirmou que os ministros deveriam ser levados ao Congresso “debaixo de vara”.

“Vivemos numa democracia. Tem que ter respeito pelo Parlamento e pelo estado democrático de direito. O senhor, deputado Caiado, está acostumado com o tempo das baionetas, no qual rodava o País em cima de um cavalo com uma taca nas mãos, enquanto eu estava nas ruas, no movimento estudantil, lutando por mais direitos. Venha devagar. Aqui é a ‘Casa do Povo’, tem que respeitar a democracia”, disse.

“Já passou”

Em Plenário, o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (PT-SP), também falou sobre a necessidade de diálogo apregoado pela presidenta Dilma Rousseff após as eleições. “Nós não podemos fazer a birra do pós-eleição. Já passou!”, disse à oposição.

O líder do PT destacou que a presidenta reeleita quer o diálogo. “Mesmo machucada, mesmo atacada, mesmo agredida na sua dignidade, ela falou que vai exercer o diálogo com este Parlamento, com a sociedade, em especial, com os trabalhadores, com os empresários, com os ruralistas, com os intelectuais, para que a gente possa construir este novo tempo, para que a gente possa continuar com as mudanças já iniciadas”, disse.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) também ocupou a tribuna para dizer que o que deve prevalecer neste momento é a unidade defendida pela presidenta Dilma. “Chamamos todos para ficarmos irmanados no espírito do pronunciamento que a presidenta Dilma Rousseff realizou no momento em que o Tribunal Superior Eleitoral declarou a sua vitória, um espírito de unidade, de diálogo pelo Brasil”, disse a parlamentar.

“Um princípio essencial deve orientar todos neste momento: o respeito à vontade popular, manifestada nas urnas. Isso representa trabalharmos todos e todas pelo Brasil, sem cedermos aos discursos que desvalorizam o processo eleitoral e os seus resultados. A vitória da presidenta Dilma Rousseff, mais uma vez, simboliza a força dos valores e do amor ao Brasil daqueles que enfrentaram ainda muito jovens o autoritarismo de Estado, constituído como ditadura nos anos que se seguiram a 1964”, ressaltou Maria do Rosário.

Sem divisões

Os deputados também rechaçaram a ideia de que o Brasil está “dividido”. Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), a ideia de “País dividido” é equivocada. “É motivo de grande orgulho o fato de o Nordeste ter preferido amplamente aal V presidenta Dilma, mas ganhamos também no Sudeste, em estados muito importantes como Minas Gerais e Rio de Janeiro.”

A tese da divisão do país também é rebatida pelo deputado Afonso Florence (PT-BA). “A perplexidade de quem perdeu a eleição é compreensível. A tendência é que esse sentimento seja ‘decantado’ e isso faz parte da democracia. O que temos que fazer agora é aprender e continuar a perseverar na consolidação do nosso sistema democrático”, avaliou Florence.

Para o deputado Weliton Prado (PT-MG), o resultado da eleição representa a vitória da vontade do povo. “Não existe nada de país dividido, foi uma vitória da vontade popular, de continuidade das mudanças iniciadas com o ex-presidente Lula e que tem sequência com a presidenta Dilma. O governo trabalha para todos, para o país inteiro e eu tenho certeza que o segundo mandato da presidenta será muito melhor do que o primeiro.”

 

Portal Vermelho

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COM TRINCA DE ASES, DILMA VIRA MESA A SEU FAVOR

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Um jogo que parecia perdido está virando a favor da presidente Dilma Rousseff. Até o final da semana passada, antes de conseguir a reeleição, tudo o que Dilma fazia ou dizia atentava contra ele própria no chamado mercado. Pesquisas a favor da presidente correspondiam a quedas nos principais índices econômicos, especialmente na Bolsa de Valores de São Paulo e no câmbio. Quando perdia terreno para Aécio Neves, os investidores e especuladores soltavam foguetes e a marcas subiam na mesma velocidade. Ao crescer, Dilma derrubava as expectativas. Para os analistas montados em espaços da mídia tradicional, a presidente, no final das contas, só errava.

A partir do pronunciamento das urnas, porém, a partida ganhou uma feição bem direfente. Com rapidez, Dilma retomou a iniciativa, discursou pela união e pelo diálogo nacional, assumiu que havia se distanciado mais do que desejava das forças produtivas e, melhor de tudo, deixou correr a versão, verdadeira, de quem está fixada na escolha de um entre três nomes para o comando do Ministério da Fazenda – a saber, o verdadeiro fiador da política econômica.

Após uma segunda-feira 27 de ressaca das eleições, a Bovespa só fez subir nos dias seguintes. Na base do crescimento do valor das ações das companhias brasileiros estão os chamados rumores positivos. A presidente deixou circular, sem nenhum sinal de desmentido, que o ministro Guido Mantega encerrará seu período na Fazenda com tranquilidade. Acrescentou que ela própria não tem toda a pressa do mundo em anunciar o sucessor dele, o que deverá acontecer ao longo do mês de novembro. E, numa jogada de mestra, fixou-se em três em três nomes que agradaram em cheio aos investidores.

Na primeira deixa, o governo lançou, informalmente, o nome do presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Foi um estorou. Tanta na mídia quanto empresas privadas e consultorias financeiras, o nome de Trabuco foi saudado como uma grande solução de mercado. À frente do banco de maior capilaridade do País, Trabuco vai realizando um trabalho que soma lucros para os acionistas e inclusão bancária para populações mais carentes. Na classe média, ele é reconhecido com o líder de uma instituição sólida, antiga e que dá atenção para pequenos poupadores e empresários de todos os portes, inclusive os pequenos.

Formado em Filosofia, com uma história de sucesso dentro do banco, no qual entrou como contínuo, em 1969, Trabuco tem um sotaque interiorano que é o mesmo de grande parte da população. Sem exibicionismo, ele tem colecionado resultados a cada trimestre melhores no Bradesco. Nesta quinta-feira, o lucro reportado pelo banco nos nove primeiros meses do ano foi nada menos que 25% maior no período anterior. As despesas da instituição ficaram abaixo da inflação e os ativos administrados chegaram bem perto de R$ 1 trilhão. Resultado: as ações do banco dispararam em alta na Bovespa.

Ex-secretário-executivo da Fazenda, o economista Nelson Barbosa deixou a equipe de Guido Mantega com divergências sobre a política econômicas, mas não perdeu a confiança da presidente. Ele se tornou, desde então, um dos principais conselheiros dela, com a grande vantagem de saber onde estão os nós e os laços das contas públicas. Dilma acostumou-se a convocar Barbosa para ter uma segunda opinião. Ele, por sua vez, não saiu atirando, foi extremamente econômico em entrevistas e, assim, poupou sua imagem para, agora, ter chances reais de ser o nome capaz de encarnar o binômio continuidade com mudança.

– A presidente confia em Barbosa. Ele sabe os pontos em que ela é turrona, e ele conhece os pontos que ela não negocia. Se entendem muito bem, contou uma fonte palaciana.

Para completar a trinca de ases, a presidente tem ainda um nome considerado acima do bem e do mal pelo mercado financeiro: Henrique Meirelles. O ex-presidente do Bank Boston e do Banco Central da era Lula, é simplesmente o cara que formou as bases para as atuais reservas de mais de US$ 300 bilhões que o Brasil possui. Com Meirelles, discreto mas que, quando quer, sabe aparecer, a inflação nunca fugiu da meta, permanecendo em seu centro.

Entre auxiliares de Dilma, os três nomes estão vivos. A presidente está descansando na Bahia, e de lá mesmo poderá fazer os contatos necessários para definir sua escolha.

Trabuco precisará ser convencido a deixar o comando do Bradesco, o que não é tão simples assim. Porém, o fato de ele não ter reclamado da inclusão de seu nome na lista da presidente já é visto como um sinal de que, bem convidado, ele aceitaria a missão.

Para Barbosa, o movimento é mais simples. Ele já é das relações de Dilma, tem todo o conhecimento da máquina e faria uma transição natural com Mantega. Nesta medida, é, neste momento, o favorito.

Quanto a Meirelles,  ocorreram diferenças com Dilma durante o governo Lula. Mas o próprio Lula, agora, recomenda a sua parceira a superação das pequenas rusgas para a inauguração de uma novo relacionamento. Pode, assim, ser ele o nome.

O fato comum é que, com qualquer um dos três, Dilma fez o que de melhor poderia ter feito nessa fase de articulações: preencheu o vácuo, expôs preferencias e agradou o mercado. Quer mais?

Brasil 247

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